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PERFÍDIA ONLINE 2021            _rede.mundial.de.computadores

      _23 de Abril a 30 de Maio

 


 

_PROGRAMAÇÃO

 

_perfídiaCOLAB_     _instalações virtuais_       _ambientes imersivos_  

_gameart_     _webart_    _áudioguia_     _ações_      _perfídiaMUSIC_   

_videoperformances_         _perfidinha_     _compartilhamentos_   

_provocações_     _perfidiaLAB_



 

_perfídiaCOLAB

_artistas que desenvolvem obras inéditas para o PERFÍDIA ONLINE 2021, através de uma colaboração criativa aberta e livre com a curadoria, outres artistas e/ou equipe de tecnologia. A programação dos COLABs terá três datas de estreia: 24.04, 30.04 e 05.05.



_estreias do dia 24 de Abril_

 
 
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GAMEART_VIRTUALIZADOS

John Sabbat (Belém-PA) 

 

@studio_john_sabbat

 

Em GAMEART_VIRTUALIZADOS, criador e criação se misturam, tentando expressar essa situação da modernidade que se assemelha com o que antes, na infância dos anos 90, eram processos lúdicos. A ficção se materializa de maneira violenta, gerando um novo comportamento da sociedade. A cada dia, nos tornamos dependentes da tecnologia para todos os processos, e os smartphones se tornam extensões ou próteses de nossos corpos. Não absorvemos a tecnologia a nosso favor ou evolução, e sim a tecnologia nos absorveu, e a cada dia os logaritmos nos ditam a velocidade de nossas atitudes, vontades e escolhas. O real não é mais o tátil, o material e nem o residual... O real é apenas o que você quer ver, ou aquilo que acompanha a velocidade das curtidas e likes. Fomos virtualizados.

John Sabbat é oriundo de Manaus–Amazonas, com raízes maternas e paternas em Belém-Pará, onde vive e atua há alguns anos como VJ, com seu início nas raves e aparelhagens amazônicas. Atualmente desenvolve criações em videomapping e vídeo arte de maneira remota em festivais de arte no Brasil e exterior, levando a arte regional do Norte com influências na cultura cyberpunk e na cybercultura, lançando mão de cores fortes e uma estética híbrida a partir do BioPunk, que mistura formas orgânicas e mecânicas como uma maneira de abordar os problemas sócio-tecnológicos e biopolíticos da atualidade.

do público. 

 
 
 
 
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Dance Tempo Realities

 Thainá Carvalho (Belo Horizonte-MG) 

@carvalhothaina

 

Dance Tempo Realities é uma sala virtual com uma série de gifs dançados, onde o espectador pode escolher sua própria ordem coreográfica. Cada gif pode ser observado por si só ou em conjunto com os demais. A obra convida a experienciar a dança através do tempo(realidade) dos gifs, fragmentada e em looping, num atravessamento constante do tempo para um passado de segundos atrás e o agora. 

 

_perfidiaCOLAB: Ambientação sonora de Dino Vicente.


Thainá Carvalho é dançarina com foco em dança e tecnologia. Natural de Jacareí - SP, cresceu em São José dos Campos – SP e iniciou seus estudos em dança com sapateado americano. É bacharel em dança pela Universidade Federal de Viçosa onde desenvolveu interesse por tecnologias relacionadas a dança. Atualmente é mestranda (2019) do Programa de Pós Graduação em Artes da Universidade Federal de Minas Gerais na linha de pesquisa de Poéticas Tecnológicas onde investiga como a tecnologia percebe a dança. Seus trabalhos e pesquisas procuram observar as percepções, poéticas e potencialidades da tecnologia em relação ao fenômeno humano. Seus trabalhos passeiam por videodança, webart, espetáculos de dança-tec entre outros.

 
 
 
 
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Black to the Future + Poesia em Mim

Danilo Celso (Guarulhos-SP) 


@celtoon.xr

 

Black to the Future é uma obra composta por uma ilustração sobreposta por elementos digitalmente inseridos. Traz uma reflexão do artista sobre o movimento afrofuturista a partir da ideia de “horizonte de eventos” - teoria da física associada aos buracos negros - como algo que se almeja alcançar, mas que mostra muita dificuldade pelo caminho: uma sociedade pan-africana - conceito trazido pela colocação de elementos da natureza e arquitetura africana - longe de um passado de violência e de um presente de incerteza e permeado pelo racismo em todas as esferas. A obra se completa a partir da interação através da realidade virtual que pode ser acessada através de um aplicativo desenvolvido pelo artista para Android (disponível na loja de aplicativos da plataforma). A interação, colocada através de um mini-game, usa uma metáfora para comunicar com o espectador sobre as dificuldades impostas pela sociedade para o alcance de um “afrofuturo”.

 

Poesia em Mim é uma escultura 3D produzida com escaneamento do corpo e pintura digital. Representa o potencial criativo guardado dentro de qualquer pessoa na espera constante de ser colocado para fora.

 

Danilo Celso é estudante de Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais. É um artista multidisciplinar, trabalha com Arte Digital, Literatura e Artes Visuais além de ter trabalhado como pesquisador na área da inclusão das novas tecnologias, especialmente ferramentas de Realidade Virtual e Realidade Aumentada, como parte do processo de projeto em arquitetura e design. Faz parte do Coletivo Negro Malungo da Escola de Arquitetura da UFMG, já tendo feito parte do Diretório Acadêmico da mesma unidade .

 
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_podcast_PERFÍDIA

Paulete LindaCelva (São Paulo-SP)

 

@pauletxy

"Há cerca de sete anos tenho me debruçado e imbuído na construção de espaços de fala documental sonoros. A rádio e a oralidade tornou-se  o lugar onde Investigo a partir da ação  da fala práticas que tentam compor  pensamentos e os rigores acerca de relações  fronteiriças. Busco enquanto artista e curadora, mas em ato comunicativo, pensar conjuntamente como criar fluxos presentes que conduzam aberturas diversas para continuarmos vivas e travar encontros como pontos de estratégia, promover reflexões a partir de questões filosóficas e um olhar contemporâneo sobre arte e cultura, estabelecendo sentidos entre alteridade de corpos dissidentes da norma e uma narrativa estética que surge do lugar da diferença como potência criativa e poética na arte."
 

 
_estreias do dia 30 de Abril_

Museu da Arma Virtual

Kauê Garcia (Campinas-SP)

@lugardepala

 

Museu da Arma Virtual apresenta uma coleção de armas digitais disponíveis gratuitamente na plataforma Sketchfab, destinada à modelagem em 3D. A construção desse acervo surgiu a partir da observação da enorme quantidade de representações de armas encontradas nesse banco virtual, onde desenvolvedores do mundo inteiro compartilham para a comunidade as suas criações. A disponibilização desses objetos modelados funciona para auxiliar na construção de ambientes digitais. Espaços virtuais que simulam o espaço físico, como um esforço de redesenhar as coisas e as experiências do mundo. A partir desse grande número de moldes encontrados é possível  repensar a concepção de sociedade e propor novos lugares. Mas a grande questão que surge é a motivação que guia esses desenvolvedores e suas escolhas ao decidirem quais objetos vão modelar. Consecutivamente, quais as opções são dadas para a construção desse novo mundo. A representação digital de armas não é uma novidade no universo virtual, elas habitam muitos jogos, principalmente os que são em primeira pessoa, mas a grande questão é que para essa finalidade as armas tem uma funcionalidade, geralmente, ligadas a aniquilação de um “adversário”. Agora na modelagem 3D, as armas se tornam decorativas, pois elas não podem ser acionadas, apenas compõem a paisagem. Uma presença simbólica. Portanto, a discussão que o Museu da Arma Virtual traz é sobre o imaginário coletivo e os interesses populares na construção desse mundo virtual. Questionando-se do porquê de tamanha pluralidade encontrada na modelagem de armas nessa plataforma virtual.


Kauê Garcia vive e trabalha em Campinas-SP. Graduado em Artes Visuais pela Puc e mestrando em Poéticas Visuais e Processos de Criação pela Unicamp. Sua pesquisa é caracterizada por um olhar crítico à sociedade contemporânea, investigando estruturas de poder, estratégias capitalistas, símbolos nacionais, mercado financeiro, classes sociais, crime e ilegalidade. A partir de um olhar atento a essas questões, experimenta diversas saídas para os trabalhos, como: instalações, vídeos, sons, web, objetos, cartazes, pinturas, desenhos, ações e intervenções.

 
Para-aquelas-que-não-mais-estão-e14565

Sala Memorial:  “Para aquelas que não mais estão”
Coletivo Rubro Obsceno (São Paulo-SP)

 

@rubroobsceno

 

A partir de materiais levantados para a performance memorial às mulheres vítimas de feminicídio intitulada “Para aquelas que não mais estão” criado em parceria com a artista mexicana Violeta Luna e o Coletivo Rubro Obsceno (Leticia Olivares e Stela Fischer), as artistas criam um espaço de imersão e reflexão sobre violência de gênero e o feminicídio na América latina.


Coletivo Rubro Obsceno é um agrupamento teatral criado em 2013, em São Paulo, a partir dos encontros do Magdalena Project no Brasil. O coletivo realiza projetos artísticos e sociais sob a perspectiva de um teatro voltado ao empoderamento de diferentes grupos de mulheres: mulheres soropositivas (Projeto ++Mulheres, em parceria com a ONG ECOS, 2010-2013), mulheres em situação de violência (Centro de Referência da Mulher - Casa Eliane de Grammont, SP/2015), mulheres com mais de 60 anos (Projeto [des]velhecer, SESC Santana, 2016 e MULTICIDADE – Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas, RJ/2018 ) e mulheres em situação de cárcere (Projeto Mulheres Possíveis, junto ao Coletivo Dodecafônico, 2016 à 2019, premiado com o Rumos Itaú Cultural).

 
 
capa - youtube - sem título (1).jpg

_perfidinha
Jardim das Evoluções Perecíveis

Núcleo Artístico Estratosféricos (Jundiaí-SP)


@estratosfericosprojecoes


Jardim das Evoluções Perecíveis é o primeiro experimento em realidade virtual desenvolvido pelos Estratosféricos e busca, a partir de um cenário digital imersivo, questionar os movimentos predatórios das colonizações, apresentando fragmentos que ilustram de forma lúdica a luta secular das florestas e seus povos para sobreviver ao crescimento das  cidades. A construção estética e roteiro da obra se dão através de colagens fotográficas, compostas em ambiente 3D por onde podemos navegar e acompanhar o pré-lançamento do curta Evoluções Perecíveis.
 

Núcleo Artístico Estratosféricos surgiu na cidade de Jundiaí-SP, em meados de 2015, e vem se desenvolvendo a partir do encontro entre Lucas Trabachini, Rebeca Konopkinas e Renato Reis Trippe. Os artistas buscam explorar as possibilidades do audiovisual para além das já tão banais telas retangulares, usufruindo da projeção de imagens para despertar a sensibilidade no olhar do público. Os trabalhos do núcleo são produzidos utilizando técnicas de edição em tempo real (VJ), projeção mapeada, cenografia e iluminação, que interagem com a ambientação, paisagismo e arquiteturas de cada espaço, criando ao final uma nova atmosfera possível onde realidade e imaginação se funde.

 

 
_estreias do dia 05 de Maio_
beatriz ri.gif

_perfidinha _atividade para crianças de todas as idades
Beatriz Ri + GUIMA-SAN (São Paulo-SP)

 
@trizri     @gypsylab8 


_perfidinha traz uma obra inédita realizada através do _perfidiaCOLAB. A dupla de artistas colabora para criar uma sala imersiva voltada a crianças de todas as idades. Uma brincadeira de interação, onde as crianças são estimuladas a perceber a dinâmica do corpo no espaço, através da ludicidade em um ambiente virtual. 
 

Beatriz Ri é Palhaça e Artista Visual Multidiciplinar. Formada em Dança pela Etec das Artes. Em técnicas de Palco pela SP escola de Teatro. Licenciada em Artes visuais. Qualificada pelo Senac em Agente Cultural e Assistente de produção. É praticante de Capoeira no grupo Raiz dos Palmares com a CM Héllide desde 2019.

Guima San é pesquisador e desenvolvedor de tecnologias abertas. Entusiasta dos movimentos ciência aberta-cidadã, software, hardware livre, DIY e DIWO. Desenvolve projetos  de ciborguismo, neurociência, monitoramento ambiental, computação física e gráfica; Pesquisador e desenvolvedor de tecnologias livres no GypsyLab 8.

 
 
 
 
 
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Tarot Impeachment

Jonas Teodoro (São Paulo -SP) 

 

@teodorojonas_

Tarot Impeachment apresenta os 22 arcanos maiores dos baralhos clássicos de tarot representados simbolicamente através de personagens ou situações do momento político recente mais importante para a democracia Brasileira - o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff - que demonstram esses arquétipos em ação no mundo tangível. Não só como oráculo de previsão, o Tarô Impeachment também simboliza um mapeamento sensível da memória, prontas para serem utilizadas e novamente reinterpretadas sempre que necessário. O principal objetivo do trabalho é provocar através de uma visão pictórica com signos facilmente reconhecíveis, ligados aos arquétipos do baralho de tarot, um distanciamento histórico sobre o processo político que vivenciamos desde 2013 nas chamadas “Jornadas de Julho”, uma forma de trazer um novo olhar para esse processo através de 22 quadros que podem, e fatalmente serão, combinados entre eles infinitamente assim como na leitura de um clássico jogo de Tarot. Uma oportunidade de vislumbrar através de metáforas a cronologia de uma complexa sucessão de eventos representadas em figuras onde cada detalhe pode mudar a interpretação de seus significados.

Jonas Teodoro é co-fundador do coletivo de Artes Integradas "Quadrilátero do Pecado" e Artista cênico pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" UNESP, trabalhou como supervisor de produção no Centro Cultural São Paulo (CCSP) e como Mediador na exposição "Na Rota da Missão: 80 anos de pesquisas folclóricas de Mario de Andrade". Escreve e encena trabalhos autorais interdisciplinares entre video, performance, dança, música e teatro. Entre seus trabalhos estão as peças performativas "Experimento_01" e "Mudança de Destino". As videoperformances "Hebe sofre processo de Impeachment", "Rolando o feed do Facebook na batida de uma música", "A internet infinita" e "Novo Vulgar". Dos seus trabalhos de colagem incluem a coleção "Tarot Impeachment" e "Stickers Pornô". Suas performances incluem "Café com Leite (2018)", "Bolsowave" (2019) e "O Minimo que você precisa saber para entender de arte. (2020)" Dirigiu o curta "Amarrações (2018)" e escreveu diversas dramaturgias autorais, entre elas "Kitsch", "Experimento_1", "Mudança de Destino", "Colagem Videogame Design Palestra" e "Home Theater ou quando voltarmos ao teatro".

 
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_Street Fliper

Caio Chacal (Rio de Janeiro – RJ)

 
@streetfliper    @caiochcl

Caio Chacal é artista, professor e desenvolvedor, com atuações nos campos da arte urbana, teatro e cultura digital. Chacal, como é conhecido, também é desenhista desde a infância. Colaborou com a criação do laboratório de arte e tecnologia NANO/UFRJ (Núcleo de Arte e Novos Organismos). Suas últimas atuações foram na Oi Kabum Lab, residência artística para jovens, onde orientava projetos interativos, e no SESC Copacabana, dando um curso de VR para iniciantes. Com um campo de atuação muito diverso, começou com ilustração e teatro, hoje trabalha com instalações interativas, robótica e games. Foi produtor no Museu do Amanhã (Rio de Janeiro) e assinou ao menos uma obra de cada exposição do laboratório no qual fez parte, por dois anos consecutivos.

 
 
 
 
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U.M.A. Unidade de Música Assistida

Dino Vicente (São Paulo -SP) 

@dino_vicente


Dino Vicente é músico, produtor e artista sonoro. Ao longo de mais de três décadas de atuação, realizou diversos trabalhos com artistas tais como Arrigo Barnabé, Cesar Camargo Mariano, Nelson Ayres, Rita Lee, Mulheres Negras, Itamar Assunção, Belchior entre outros. Compositor de trilhas sonoras para cinema, escreveu e produziu trilhas para filmes de longa e curta metragem. “Viola Perpétua” (2018), “Inaudito” (2017), “O Olhar do Boto” (2017), “Muito Além do Cangaço" (2016), "Filme Som" (2015). "O Dia Que Durou 21 Anos" (2013).Pioneiro na síntese analógica e tecnologia digital na cena brasileira, atualmente tem se dedicado a performances de música, instalações, cinema expandido, oficinas e perfomance audiovisual para crianças junto com o 'a.cineminha', difusão sonora em multicanais e audiovisual.

 

_instalações virtuais

_instalações imersivas e/ou interativas para ambientes virtuais 3D ou 360º

GIIP VR.jpeg

(DES)MEMÓRIAS: ESPECTROS NA MÁQUINA

GIIP-VR (São Paulo - SP) 

@giipvr

@andybarac / @_anaraquelsanchees / @christiangrinstein /
@danielboanergesrodrigues / @jonathan.jota / @rosangellaleote / @lima_bo /
@rodcrissiuma / @andre_s_uarez / @mim_p.i / @rodrigodortamarques

(DES)MEMÓRIAS – Espectros na Máquina é uma instalação virtual imersiva, interativa e navegável. Partindo da provocação “o artista não está presente”, não se busca a condução fruitiva dada por um suposto artista que conduziria a experiência em um dado espaço multidimensional temporal. Ao mesmo tempo rebate para reflexões sobre ausência, presença e não presença do artista e a busca por sua memória, outrora presente. Para pensar sobre essa memória, a instalação flerta com a arte rupestre, que não apresenta autoria conhecida, mas um espectro, uma sombra ou até mesmo um fantasma do passado. 

GIIP VR é um coletivo que integra a linha de pesquisa “Dispositivos Acessíveis para Realidade Virtual e Aumentada” do GIIP - Grupo Internacional e Interinstitucional de Pesquisa em Artes, Ciência e Tecnologia do Instituto de Artes da UNESP-SP.
 

 
 
 
 
IMMERSIVE 360 2.png

IMMERSIVE

ARCAAN Collective (França) 

 

@jeremy_oury   @antoniebriot


IMMERSIVE é uma instalação audiovisual imersiva em 360°, contendo uma linha do tempo ora crescente, ora em suspensão. O projeto 'eo resultado de uma pesquisa sobre a 'Op Art' e as ilusões de ótica a partir de formas geométricas. O design minimalista põe o espectador em um estado de instabilidade a partir da distorção de seus sentidos. 


ARCAAN Collective (Aide et Recherche pour la Création Artistique Audiovisuelle Numérique) é um coletivo francês criado em 2015, com o objetivo de promover, apoiar e estimular a pesquisa em meios audiovisuais e digitais. Fundado pelo designer de áudio Antoine Briot e o artista digital Jeremy Oury, a iniciativa foca em sensações a partir da dos movimentos e temporalidades virtuais, de forma a transmutar as percepções de espaço do espectador.

 
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blaqstar

Hamsá Trio (São Paulo-SP)

 

@a_b_avillares     @saste_rocha     @salvepapi

blaqstar originalmente é uma música de autoria de André Papi (um dos integrantes do Hamsá Trio) que aqui se transforma num videoclipe interativo criado pelo próprio webespectador/visitante, que se torna videomaker e diretor, tendo o controle está em suas mãos, ao se movimentar clicando e arrastando o cursor. A ideia é trazer uma forma de “brincar artisticamente” interseccionando música, tecnologia e artes visuais (suas cores,  formas e funções) numa plataforma auto-iluminada que é o computador.

 

Hamsá Trio é formado por Sandra Rocha - arquiteta, iluminadora e produtora de eventos -, André Papi - compositor e performer sonoro - e Alexandre Villares - artista visual e consultor em novas mídias. Reunidos com o objetivo de realizar experimentações audiovisuais na intersecção da luz, do som e da arte mídia.
 

 
 
 
 
 
 

_web art

_projetos de criação online (envolvendo imagem, vídeo, som, etc.), podendo ser interativos ou não, criados para plataformas virtuais como sites, redes sociais, softwares e aplicativos.

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Imaterial

Coletivo Ímã (Botucatu-SP) 

@senteovento      @b____kurru

 

Imaterial é uma Dança virtual - web-art interativa que mistura a dança com linguagens visuais e tecnológicas, apresentando o movimento em diferentes intersecções estéticas e contextos imaginários. Foi desenvolvida como um organismo vivo e sem limites, onde os artistas podem postar novos conteúdos a qualquer momento. Uma dança em um constante processo de criação.


Núcleo Ímã é formado por Bruno Kurru e Marília Coelho, atuando com colaborações e parcerias com outros artistas e profissionais. Juntos desde 2011, quando criaram a webarte Imaterial, seguem investigando as possibilidades criativas entre dança, design gráfico, internet, jogos interativos, música e performance.

entre-tramas

Igor Mendonça (São Paulo-SP)

@igur.rr

Entre-tramas é um projeto de cinema expandido e web-art interativa que se inicia pela construção de um banco de dados com vídeos de diferentes espaços, acontecimentos e afetos da cidade de São Paulo, captados pelos múltiplos olhares de seus habitantes. Após a obtenção dos vídeos, foi criada uma interface interativa com o mapa da cidade ao fundo e os vídeos localizados de acordo com o CEP em que foram captados. A ideia é que o espectador/visitante tenha a possibilidade de navegar livremente, além de poder enviar seu próprio vídeo com identificação do CEP, para que ele seja inserido posteriormente. A interface pretende que o espectador tenha um passeio virtualizado pela cidade, percorrendo seus múltiplos espaços e experienciando olhá-la pelos olhares de seus próprios habitantes. O trabalho foi criado durante o período pandêmico, por isso esse interesse pela cidade e seus acontecimentos, e esse paradoxo entre os espaços físicos e virtuais estabelecido pela interface.


Igor Mendonça é um jovem artista periférico e multimídia com trabalhos plurais inseridos em áreas como a colagem, montagem digital, vídeo-arte, cinema, vídeo-projeção e artes plásticas (xilogravura e desenho). Sua pesquisa navega por temas como a tecnologia e o corpo, colocando-os em diálogo com o intuito de explorar as reverberações tecnológicas presentes no 'eu' contemporâneo multifacetado.
 

_audioguia

__experiência artística guiada através de áudio gravado.

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Há//(u)dya

André Papi, Nu Abe, Natalia Nery, Florydo Fogo (São Paulo-SP)

@salvepapi        @nu_abe       @nery1333       @floridofogo

_estreia no dia 30 de Abril

Há//(u)dya é uma experiência em áudio guia, cujo o disparador é pensar a possibilidade de um simulakro de prazer pelo áudio. Em tempos da exaustão da IMAGEM continua, em até 15 minutos de movimento. No feed infee(n)dável. Prazer no afloramento de outros sentidos, como a pele, a percepção de temperatura - a contemplação do espaço ao redor. Através de uma proposta de aquecimento narrativo. Para as pessoas acessarem em seus celulares com o fone de ouvido. Trabalhando com frequências que estimulam o cérebro a tranquilidade. Relaxamento. Aplicando estudos neurológicos sobre a ação do som no nosso organismo. Investigando experimentações de tons de voz, descrição de paisagens. Aproximação em direção ao próprio corpo. Desconfinando os sentidos.

Nu Abe é artista multilinguagem. Atua desde 2009 como fotógrafe documental e autoral. Como documentarista, contribuiu com o filme Bixa Travesty, vencedor do Festival de Berlim. Em parceria criativa com Linn da Quebrada desenvolve videos, performances e o projeto fotográfico para o encarte do álbum Pajubá. Produziu os clipes da gravadora Trava Bizness. Atua com registro de memória de mulheres idosas periféricas com o projeto Trajetos Celulares. Integrante da Emerge Mag, coletivo de jornalismo independente e interseccional, e da Núclea Tranzborde, de artes do corpo. Atua no espetaculo digital Synapse, no experimento Pinto no Lixo, e no grupo QuedaParaoAlto. 
 

Naty Nery tem formação em piano erudito e teatro. No ano de 2016 a 2018 trabalhou como Mestre de música na Escola Livre de Teatro de Santo André e no ano de 2019 ministrou aulas do corpo vocal como artiste convidade na SP Escola de Teatro. No ano de 2021 realizou direção de voz e movimento no espetáculo “Synapse”. No ano de 2020 participou com piano e voz do Festival de Música Online a convite do Teatro de Conteiner. Como Pesquisadore, ministrou o “Laboratório de Experimentação do Corpo Morada” no espaço Teatro de Conteiner [2018], uma pesquisa e laboratório pessoal focade na experimentação vocal e a qual desenvolve até os dias de hoje como professore e preparadore vocal.
 

André Papi é Performer Sonoro, compositor de trilhas para Teatro, Dança, Performance e suas variações. Também é produtor musical e compositor. Vindo do Hip-Hop e caminhando entre a música instrumental e a canção, trazendo na bagagem minhas origens e experiências que tive com o mundo das Orquestras e a música a serviço da imagem. Tendo trabalhado criativamente com artistas como As Bahias e a Cozinha Mineira, OJO, MC Dellacroix, os debates de raça, gênero e classe sempre estão em pauta nas suas incursões artísticas. Membro fundador do coletivo de teatro preto Não É Safari que estreou sua primeira peça autoral "Zoológico Humano" em Janeiro de 2020 no Teatro de Contêiner. Membro do Hamsá Trio, coletivo de Audiovisual e Novas Mídias Pró-Acessibilidade. 
 

Florido é artista multimídia, performer e encenador, se graduou em artes visuais como bolsista pela Faculdade Paulista de Artes e em dança pelo Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre. Se formou em Direção na SP Escola de teatro. Integrou o núcleo de pesquisa em dança teatro Nutaan - junto da Taanteatro companhia. Suas pesquisas se deslocam sobre o território do corpo em constante (trans)mutações e com base em sua experiência trans não binária investiga as fricções nas relações: estruturais – filosóficas – culturais em busca de corpos embate/corpos criantes de resistências e cosmosvionaries em processo de retomadas decoloniais. 
 

 

_ações

_performances e apresentações de artistas que navegam

nas fronteiras entre performance e tecnologia

>> MEDUSA <<

Coletiva MaddaM Music (Recife-PE)


@maddammusic

_estreia dia 05 de Maio


>> MEDUSA << é uma festa que propõe uma experiência imersiva em música, artes visuais e dança-performance. DJs, VJs e Performers mesclam suas linguagens neste encontro com a arte em suas diversas possibilidades.


MaddaM Music é a coletiva artística composta por DJs, VJs, Produtoras e Performers, sediada em Recife/PE, cujo trabalho tem por objetivo estimular e promover o protagonismo feminino e LGBTQIA+ na música eletrônica. Periodicamente, a MaddaM realiza oficinas, festas, cursos e programas de rádio, visando estimular a cena de música eletrônica local e contribuir com mudanças nas estruturas que consolidam normas e padrões de gênero nesse universo profissional. Para conhecer todas as iniciativas acesse www.maddammusic.com | mixcloud.com/maddammusic.

Nadejda - @nadejdamusic - soundcloud.com/nadejdamusic | DJ, Produtora Cultural e Pesquisadora Musical há 07 anos. Roteirista e locutora do programa de rádio - Techtrônica @techtronicanoar - veiculado pela Frei Caneca FM - Recife.  Sua pesquisa tem foco na diversidade musical feminina, passando por diversos estilos musicais e seus DJ Sets mesclam sonoridades brasileiras e regionais à House Music, à Disco Music, ao Electro e ao Techno. Como produtora, sua atuação tem sido mobilizada, sobretudo, pela ideia de fazer parte da construção de espaços que garantam a visibilidade e empregabilidade feminina no cenário musical. 


Makeda - @djmakedamusic -  soundcloud.com/djmakedamusic - mixcloud.com/djmakedamusic | Codinome artístico de Dayra Batista, que é produtora da MaddaM Music, DJ, violinista, socióloga e pesquisadora musical. É também roteirista e locutora da Techtrônica, programa semanal de rádio local sobre o universo da música eletrônica.  Como DJ e pesquisadora, Makeda explora diferentes sonoridades, melodias e timbres das culturas negras, com a marcante presença de instrumentos orgânicos e elementos percussivos, promovendo uma atmosfera que conecta corpo ao ritmo, memória ao movimento.


Dandarona - @dandaraluzzz - soundcloud.com/dandarona -  Multiartista pernambucana residente do coletivo MADDAM MUSIC que surge no cenário eletrônico a partir de suas pesquisas dentro da house music, trazendo à pista memórias da música negra e seus embalos noturnos.  Dos seus 25 anos, 5 deles foram dedicados à noite local, tornando-se um corpo possível dentro de suas experiências sonoras. Seus trabalhos já percorreram gigs nacionais e internacionais. Sua pesquisa tem como foco sonoridades & expressões dissidentes na música eletrônica, através das quais cria narrativas outras & possíveis. 


L I L I T - @lilitbruja - soundcloud.com/lilitbruja - dailymotion.com/lilitbruja |  L I L I T é o projeto musical e audiovisual homônimo de Lilit Bandeira, travesti paraibana produtora e curadora da 3001, em João Pessoa - PB, projeto cultural voltado à música eletrônica e experimentações visuais. É também DJ residente do selo e coletivo MaddaM Music, em Recife - PE, selo que reclama o protagonismo feminino na cena eletrônica nordestina. Desenvolve a 3001Radio, projeto da 3001 que já transmitiu trabalhos de artistas nordestines e convidades em plataformas como mixlr, twitch e periscope, em temporadas. No audiovisual, atua especialmente na produção, montagem e edição, suas experimentações mixam camadas sonoras e visuais 


Canynana - @canynana / behance.net/jhonatan-edit | Projeto de Video Maker e Jockey (VJ) de Jhonny, artista Paraibano, nascido no alto da Borborema. Começou a rastejar pela cena em 2018. Passou por alguns coletivos, residindo, atualmente, na 3001, e já deu alguns botes pelo Nordeste: pela Fiebre Coletiva (PB), MaddaM Music (PE), Fugácida (SE), Maremota, etc.;com alguns trabalhos mais recentes sendo exibidos e distribuídos pela Rádio Virusss, da Mamba Negra (SP), e o Festival Radiação, da Sangramuta (SP). Trazendo composições visuais ácidas, derretidas e caóticas, busca incrementar elementos muitas vezes distintos para compor uma mesma imagem, sendo talvez sua principal característica as sobreposições e multiplicações simultâneas.


 

EXTRAPOLA_ corpo expandido sobre cidade_

_perfidiaCOLAB

Paulinho Fluxuz_ + Gustavo Milward + Alma Negrot + Andrea Gram (São Paulo-SP)


@fluxus_z      @gustavomilward_      @almanegrot      @andreagram__

_estreia dia 15 de Maio

EXTRAPOLA_ articula o encontro de criadores instigados em expandir possibilidades e experimentação de linguagem, multiplicando os caminhos e extrapolando para a cidade. Articulando as pesquisas com a captação dos movimentos dos corpos por Kinect com o processamento do Touchdesigner e o encontro com os lasers e lentes, para projetar a 2km do ponto de partida, possibilitando um diálogo de realidade expandida na escala da cidade. A performer dança e interage através dos lasers com os edifícios ao redor. A velocidade dos gestos alcançando a cidade sitiada.

 

Paulinho Fluxuz_ atua como profissional das luzes a 12 anos, explorando potenciais de linguagem dentro dos palcos de shows, teatros, pistas das festas itinerantes, ocupações e manifestações populares. Desde 2015 aprofunda sua pesquisa em Las3r como plataforma de atuação.

Gustavo Milward é um instigado experimentador das possibilidades eletroeletrônicas sendo desenvolvidas hoje. Multiplicando-as com o potencial dos códigos dos softwares que fazem fronteira do futuro no presente. Um realizador que eleva na pegada o que se envolve.

Andrea Gram é uma das primeiras Djs mulheres a introduzir o techno no Brasil. Em 1992, iniciou sua produção musical e carreira de DJ, sendo destaque para uma mulher DJ na época. Ao longo dos anos, tornou-se parte e lenda da história da música eletrônica brasileira.


 

 
 
 
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SOLITÁRIO(A

Gustavo Vaz / ExCompanhia de Teatro (São Paulo)

@gustavo_vaz        @excompanhiadeteatro

_estreia dia 05 de Maio

Em SOLITÁRIO(A), um homem está preso numa solitária por um crime que não sabe qual é. Sua história, em áudio 3D, se funde a imagens da vista da janela de um apartamento em São Paulo, lugar onde todos, assim como ele, tentam encontrar respostas e sentidos durante um outro tipo de isolamento. As camadas da obra SOLITÁRIO(A) se chocam e se encontram na dor da solidão, nas dúvidas do existir, no medo da morte e nas tentativas de agarrar a esperança. A obra, dividida em três atos com cerca de cinco minutos - início, meio e e fim - é uma crônica dos tempos atuais, onde somos algozes e prisioneiros de nós mesmos. O áudio tridimensional se apresenta como possibilidade de experiência que cruza o virtual com o presencial, ao colocar o público da obra no centro da experiência, dentro da solitária do homem condenado, ao mesmo tempo que leva o personagem isolado para dentro da casa do público participante, fazendo com que a experiência se desdobre em tempos e espaços distintos, e, simultaneamente, proporcione a fruição de uma vivência próxima a um encontro real.


Gustavo Vaz é um premiado ator, dramaturgo, diretor e locutor com 17 anos de carreira. Em 2018, venceu os mais importantes prêmios de teatro do Brasil como Melhor Ator no Prêmio Shell e no Prêmio Cesgranrio pelo espetáculo "Tom na Fazenda". Atua frequentemente também no cinema e na TV, no ar atualmente em plataformas como Globoplay e Netflix, e é um dos diretores da ExCompanhia de Teatro, grupo paulistano com quase 10 anos de história e apresentações internacionais em locais como Alemanha, Portugal e Montenegro, onde o projeto Frequência Ausente 19Hz recebeu o Special Award no FIAT de Podgorica por sua dramaturgia inovadora.


ExCOMPANHIA DE TEATRO - Experiência é a palavra que norteia a pesquisa do grupo. A partir de projetos imersivos, que possibilitam vivências únicas para cada pessoa, a ExCompanhia de Teatro busca em suas obras criar espaços de encontro - tanto virtuais quanto presenciais - utilizando a mistura de linguagens ao olhar para nosso "espírito da época" na construção de formatos singulares e inovadores.
 

_compartilhamentos
_conversas online sobre temas relacionados à arte, corpo e tecnologia, com artistas, pesquisadoras e professoras convidadas. O encontro será transmitido ao vivo pelo ambiente virtual e pelo Youtube, onde o público poderá enviar perguntas ou comentários para as convidadas em tempo real. 

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O YOUTUBE DO FESTIVAL PERFÍDIA

Helena Katz
Conjugando sua atuação no jornalismo cultural com atividades acadêmicas, é professora no Curso Comunicação das Artes do Corpo e no Programa em Comunicação e Semiótica, na PUC-SP, no qual concluiu o doutorado (1994), com a tese Um, Dois, Três. A Dança é o Pensamento do Corpo, publicada em 2005. Graduou-se em Filosofia na Faculdade de Filosofia e Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1971), e exerceu a função de crítica de dança, de 1977 a 2017, no jornalismo cultural impresso e na televisão. 


Acesse no link: https://youtu.be/K0kAjKB-VJw 

Rosangella Leote
Artista/pesquisadora com ênfase na produção entre Arte, Ciência, Tecnologia; Pós-doutora na Universidade Aberta (Lisboa-PT – Bolsa FAPESP); Doutora em Ciências da Comunicação (ECA/USP- CNPq). É integrante e co-criadora do SCIArts-Equipe Interdisciplinar, no qual atua com Instalações Multimídias Interativas (Prêmio Sergio Motta 2000 e 2005); sua produção individual se dá em tecnoperformances (direção e atuação); esculturas sonoras; objetos e instalações interativas incluindo impressos em 3d; vídeos e outros. É professora do Programa de Pós-graduação em Artes e Coordenadora do Curso de Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP). 


Acesse no link: https://youtu.be/ikdg4bAgh8Y

 


Christine Mello
Crítica, curadora, pesquisadora e professora em Arte e Comunicação. Seu campo de trabalho abrange as intersecções entre arte e práticas midiáticas, destacando experiências interligadas entre múltiplas plataformas, comunidades e linguagens. Autora e organizadora de Extremidades: experimentos críticos - redes audiovisuais, cinema, performance, arte contemporânea (Estação das Letras e Cores, 2017, e-book 2020), é autora também de Extremidades do vídeo (Senac, 2008) e coautora de Tékhne (MAB, 2010). Pós-doutora em Artes pelo Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), é doutora e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, sendo Bacharel pela PUC-SP em Comunicação Social, Jornalismo.

Acesse no link: https://youtu.be/DRrvix6hbRk

 

 

Dodi Leal

Travesti educadora, performer e pesquisadora em Artes Cênicas. Professora do Centro de Formação em Artes e Comunicação (CFAC) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Porto Seguro. Líder do Grupo de Pesquisa “Pedagogia da Performance: visualidades da cena e tecnologias críticas do corpo” (CNPq/UFSB). Docente permanente do PPGER/UFSB e colaboradora do PPGT/UDESC. Co-coordenadora do GT "Mulheres da Cena" da ABRACE. Realiza estudos e obras artísticas de performance e iluminação cênica, perpassando por ações de crítica teatral, curadoria e pedagogia das artes. Doutora em Psicologia Social (IP-USP) e Licenciada em Artes Cênicas (ECA-USP).


_dia 18 de Maio, terça, às 20h

 


Lucas Bambozzi

Artista multimídia e pesquisador em novos meios. Produz vídeos, instalações, performances audiovisuais e projetos interativos, tendo trabalhos exibidos em mais de 40 países. Conduziu atividades pioneiras ligadas a arte na Internet no Brasil entre 1995 e 1999 na Casa das Rosas. Foi curador e coordenador de eventos como Sónar SP (2004), Life Goes Mobile (Nokia Trends 2004 e 2005) e Motomix 2006, Red Bull House of Art (2009) e Lugar Disssonante (2010), tendo atuado também em eventos coletivos como Mídia Tática Brasil (2004), Digitofagia (2005) e Naborda (2012). Foi artista residente no CAiiA-STAR Centre/i-DAT (Planetary Collegium) e concluiu seu MPhil na Universidade de Plymouth na Inglaterra com a tese Public Spaces and Pervasive Systems, a Critical Practice. É doutor em Ciências pela FAUUSP com a pesquisa Do Invisível ao Redor: Arte e Espaço Informacional, envolvendo a emergência de campos eletromagnéticos em espaço públicos. 
 

_dia 25 de Maio, terça, às 20h

 
 
 
 
 
 

_perfidiaMUSIC

_festa online, através do ambiente virtual e do Youtube do festival, com discotecagem, performances e intervenções videográficas. Categoria voltada para DJs, performers e VJs em estado de festa.

 

_acesse o Canal de Youtube do PERFÍDIA: youtube.com/c/FestivalPerfídia

DJ Andrea Gram (São Paulo – SP)
@andreagram_

Andrea Gram é uma das primeiras Djs mulheres a introduzir o techno no Brasil. Em 1992, iniciou sua produção musical e carreira de DJ, sendo destaque para uma mulher DJ na época. Ao longo dos anos, tornou-se parte e lenda da história da música eletrônica brasileira.
_acesse no link: https://youtu.be/-InkRsp63QI

 

ShowME Raio Laser [fesTa]

Dj Mama Showme e Vina Jaguatirica (Ouro Preto-MG)

@freddamorim    @vinajaguatirica

O SHOW ME aqui e por ai se propõe a dançar performatividade de bixas, travestis, mulheres e outras corporeidades oprimidas no espaço público, Online, na piscina, na rua e na vida. Com influência na carnavalidade brasileira e no tropicalismo, as "TravestiBixas" irão tocar e dançar suas performatividades monstras neste SETVISUAL. Com músicas que trazem os movimentos LGBTQIA+, FEMINISTAS, transfeministas e negro, com músicas eletrônicas, do funk, samba e mixagens intensas. Contando também com uma visualidade que misturará entre o barroco de Ouro Preto -MG e as possibilidades de se recriar enquanto corpas monstras em um tom fashion doentio brasileiro.

_acesse no link: https://youtu.be/B4LIc1VAGmo

 


DJ Lo Cangaceiro (Tatuí – SP)
@lo_cangaceiro

Lo Cangaceiro é Dj desde os 14, artista sonoro, pesquisador e agitador cultural. Professa a Makumba Eletrônica. Sampleia africanidades, latinidades e regionalismos e obtém o inusitado a partir dessa rica mistura de raízes. O encontro sonoro é ora dançante, ora reflexivo mas, sobretudo, quase religioso. Um encontro profundo entre as almas brasileira e latino-americana. Astronauta do selo Folklore Beat e taxista da Táxis Carrara nas horas vagas.
_acesse no link: https://youtu.be/Yj0G0mWDAwE

 

DJ Drika (Duque de Caxias – RJ)
@djdrikaa

Adriane Fernandes (DJ DRIKA) sempre foi uma menina determinada e objetiva em alcançar os seus sonhos. Em 2013 começou a trabalhar nos bastidores de festivais como Playground Rock Festival no Clube dos 500 e assim começou a trilhar seu caminho pela cena musical underground no Estado do Rio de Janeiro. Desde 2003 vive a experiência de organização da cultura periférica através da construção de rodas culturais.
_Sábado, 08 de Maio de 2021 às 21h


DJ Obá (São Paulo – SP)
@oba.amar

Artista Multidisciplinar, nascido na maior Cohab da América Latina (Cidade Tiradentes, São Paulo-SP). É produtor cultural, DJ, pesquisador na área de audiovisual e performance. Seu principal objeto de estudo é a cultura afrobrasileira, nortista, nordestina e indígena.
_Sábado, dia 15 de Maio às 21h

DJ Drendiela (Chapada dos Veadeiros – GO)
@drendiela

Drendiela é uma multi-artista mineira, que reside atualmente na Chapada dos Veadeiros - Goiás. Há três anos, começou a se aventurar na música eletrônica, produzindo colagens estranhas e experimentais que atravessam os gêneros downtempo e ambiente, com texturas e elementos de glitch, a fim de criar paisagens sonoras.
_Sábado, dia 22 de Maio às 20h 


DJ Palma Dulce (Chapada dos Veadeiros – GO)
@claytonbrgs

Palma Dulce é um projeto de downtempo live PA de Clayton Borges, goiano habitante de Brasília e da Chapada dos Veadeiros. Com background no rock neopsicodélico e na cena shoegaze de Brasília, Palma Dulce é sua persona que se expande ao universo da música eletrônica. Buscando o equilíbrio entre a experimentação e a música de pista, esculpe timbres de textura sintética em loops de slow house e ambiente, misturando grooves constantes a sínteses ao vivo.
_Sábado, dia 22 de Maio às 21h


DJ Linda Green (São Paulo – SP)
@akalindagreen

Linda Green é o projeto da brasiliense radicada em São Paulo, Cecília Lindgren. A DJ vem compartilhando com o público um perfil sonoro fora dos padrões e livre de gêneros. Receptiva e cheia de facetas ecléticas, reafirma em seu trabalho a abertura para diversas vertentes musicais que trazem mixes intensos de sensações. De vibrações animadas à atmosferas introspectivas e obscuras.
_Sábado, dia 29 de Maio às 21h

 
 
 
 
 
 
 
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_provocações

_artistas que dialogarão com as obras e os temas dessa edição, através de conteúdos-provocações em formato livre, veiculados através do ambiente virtual, site e redes sociais do Perfídia.
 

Thainá Iná | Performídia (Rio de Janeiro-RJ)

@espirituartista    @performidia

Thainá Iná ou somente Iná. Natural de favela, mais especificamente do complexo da Maré, localizado na zona norte do Rio de Janeiro. Concluindo a graduação de bacharelado em Teoria da Dança pela UFRJ e trabalhando, paralelamente e em confluência, com o audiovisual. Passou por duas formações em audiovisual, uma na Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum! e outra na ABC Cursos de Cinema. Tenho passagem também pela Escola Livre de Dança da Maré, integrando a turma piloto do curso de formação continuada em dança.


Carolina Berger | Lab Presença (Santa Maria-RS)

@carolbergerperformer      @labpresenca

Sou artista da performance, pesquisadora e diretora de audiovisual. Meu trabalho de performance passa por live paiting, dança, fusões de máquinas e corporalidades; essência da forma na natureza como estética fundante e provocações para resgatar a presença do público na obra. Acabo de finalizar meu pós-doutorado prático-teórico sobre resgate da presença no departamento de artes cênicas, da ECA USP.



 

 
 

_videoperformances

_performances produzidas para o formato do vídeo ou registros de performances, veiculadas através do ambiente virtual e do Youtube do Festival.

Clique aqui para acessar a playlist no Youtube:

https://youtube.com/playlist?list=PL2oskeIvB_ISY6D8ANLqXGQYQJUNvuA-m 

"A palavra que age" - medida performativa #1 
Projeto "Qual o real da poesia?" (Dourados-MS)

@carajurupariri 

O projeto-performance A PALAVRA QUE AGE foi a primeira medida performATIVA do projeto "Qual o real da poesia?" - medidas performATIVAS, contemplado pelo Prêmio Rubens Corrêa de Teatro/2013 da Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul. Consistiu na investigação tanto da linguagem performance quanto das relações contraditórias entre o corpo-metrópole que aqui denominamos como CIBORGUE-PASSIVO e o corpo-natureza que para estes fins denominamos como ORG NICO-ATIVO. Tais contradições foram notadas com a inclusão, por usuários da rede social Facebook, do "sobrenome" Guarani-Kaiowá como forma de apoio às lutas desse povo indígena. No entanto, nos perguntamos: estamos também dispostos, para além de nos transformarmos em Guaranis-Kaiowás virtualmente a viver CARNE e OSSO e MOVIMENTO uma vida a partir do modelo de ação-vida proposta pelos Guaranis-Kaiowás? Para esse povo não há distinção entre PALAVRA e AÇÃO, uma é outra ao mesmo tempo -- quais dramaturgias corporais ATIVAS podemos construir, a partir desse modelo de ação Guarani-Kaiowá, na nossa ARTE e na nossa VIDA? 

 

 


COZINHA: Deu tudo errado! (O Vórtice 360)
Vicente Martos (São Paulo-SP)

@vicentemartos

O VÓRTICE é um projeto de Vicente Martos a partir de narrativas autobiográficas e materiais de arquivos. O trabalho conta com uma equipe preciosa formada pelxs seguintxs artistas: Mônica Augusto, atriz, diretora e professora de Yoga, diretora e fundadora da Dual Companhia de Dança; Raiany Sinara, musicista, compositora e DJ; Rita Cavassana, artista da performance, diretora, pesquisadora e produtora cultural; Vinicius Dantas, artista visual, designer e pesquisador, responsável pela direção de arte e tecnologias de interação do projeto; Ego Sum Frank, artista visual e diretor de arte em produções audiovisuais. 

Vicente Martos é artista da performance, pesquisador e gestor cultural, tendo participado de exposições, festivais e mostras em São Paulo e em outros estados do país. Graduado em Comunicação das Artes do Corpo (PUC/SP, 2009) e mestre em Artes Cênicas no PPGArC/Depto. de Artes da UFRN (Natal/RN, 2019). O eixo central de sua pesquisa é o corpo e seus desdobramentos estéticos e eróticos, em diálogo com o vídeo, a fotografia e outras tecnologias da cena.

 

C.R.O.N.O.S 
Leandro Andrade, Lucas Rocha e Rodrigo Teixeira (Manaus-AM)

 @leh_andro13     @japanoinsta     @r0drigoteixeira_photographer
 
C.R.O.N.O.S é a reverberação do pensamento no corpo e no sonho. A solidão pode revelar a obscuridade das profundezas do ser humano: ênfases nas ações. Emergem desejos -intragáveis- ilusões e lembranças encobertas… Reconstruindo/ construindo realidades distorcidas. No quarto somos sonhos.
 
Leandro Andrade, Lucas Rocha e Rodrigo Teixeira se juntaram a partir do início da pandemia, quando muitos setores foram afetados e nas artes isso não foi diferente. Depois de um tempo não produzindo nada, resolvemos criar trabalhos, e buscar proporcionar novas experiências nas pessoas a partir dessa relação corpo/tela/tecnologia, então nos reunimos e através de muita pesquisa e conversas começamos a produzir diversos projetos, dentro e fora da tela.
 
 

re.trans.mission 
1mpar (Belo Horizonte-MG)

@1mpar

re.trans.mission remete a um procedimento de transmissão de dados que tenta, por meio da redundância de informação, efetuar o envio de algum conteúdo da maneira mais fiel possível. Durante a apresentação, no entanto, o erro aparece na forma de ruídos que desestabilizam a transmissão, retornando resultados incompletos e deteriorados. O titulo é uma analogia à forma de comunicação contemporânea, onde o diálogo é cada vez mais ruidoso, tornando a comunicação entre pessoas incompleta e por vezes impossível. Ficamos lutando para criar um diálogo impossível, onde cada lado reenvia suas perspectivas, mas estas não encontram retorno no interlocutor.

1mpar (Henrique Roscoe) é artista digital, músico e curador. Trabalha na área audiovisual desde 2004. É graduado em Comunicação social pela UFMG e Engenharia Eletrônica pela PUC/MG, tem Especialização em Design pela FUMEC e Mestrado em Artes / Poéticas Tecnológicas pela UFMG. 

 


 

Experimento do amanhã
Yaga Goya : Umabixa (São Paulo-SP)

@umabixa

Experimento do amanhã é uma videoperformance ficcional a cerca das sensações pandêmicas.

Yaga Goya : Umabixa desenvolve sua arte para contar o que está preso em si. Gosta de dizer que no final de tudo é uma contadora de história que faz as narrativas virarem desenhos, quadros, fotografias, música e qualquer outra plataforma que lhe couber. Como Bixa, pessoa trans não binária e artista independente, se desenvolve na precariedade e embora falte investimento, material, tempo e sanidade mental, se reinventa diariamente. Seu trabalho além de diverso no que diz respeito a linguagem, é também múltiplo de materiais, costumando reciclar e usar “coisas” que encontra no lixo, já que no centro de São Paulo, onde vive, é muito comum o descarte de materiais bons. Com isso, além de economizar, desenvolve a criatividade para criar algo novo. 


Ancestralidade de terra e planta
Keila Serruya Sankofa (Manaus-AM)

@keilaserruyasankofa

A utilização das plantas como cura e terra como aquela que reconstitui nova memória, o projeto é um banho para renascimento, onde o contato se torna um elemento transmissor de informações enterradas. Manter esses usos e costumes tradicionais é estabelecer relações com o sagrado. Sendo esses processos ritualísticos mecanismo de curar males, trazer equilíbrio físico e emocional. Alta tecnologia ancestral guardada pelas rezadeiras, xamã, yalorixás e babalorixás.  Sendo eles médicos, líderes, socorristas, pessoas capazes de fortalecer uma comunidade e estruturá-la para a existência de um futuro. A Amazônia é um cultivo do passado que garante um possível futuro, espaço de floresta e concreto, memórias de ferramentas de saúde. Memórias, auto-reconhecimentos, ancestralidade negra e indígenas, são cavamentos realizados nesta investigação.

Keila Serruya Sankofa é artista visual, realizadora audiovisual e produtora. Compreende a rua como espaço de diálogo com a cidade, produzindo instalações audiovisuais que exibem filmes, fotos e videoartes. Artista que utiliza a fotografia e o audiovisual como ferramenta para propor auto-estima e questionar apagamentos de pessoas negras; atualmente, utiliza seu corpo como protagonista na construção de suas obras. Tem uma vasta experiência na direção de produção de projetos audiovisuais como séries e curtas, além de produção de mostras, festivais e espetáculos de diversas linguagens artísticas. Gestora do Grupo Picolé da Massa, Diretora artística do Projeto Direito à Memória, membra da APAN Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro, Nacional Trovoa e do Coletivo Tupiniqueen. 
 

Cartas para Ninguém
Ítalo Augusto (Belo Horizonte-MG)

@i.augusto_

 

Na poesia, na troca, pela ação dos corpos, pelos possíveis desencontros. Por todas as coisas que ficaram por dizer. Por aquele dia que não chegou. Por aquela lembrança que guardei. Pelo medo de te afetar. Pelas cartas que nunca enviei. Por precisar dar existência a todas as palavras que me atravessam. Por todos os corpos e experiências que perpassam a superfície de nossa pele. Por todo acúmulo que a trajetória propõe... Por tudo, proponho uma revisitação às memórias; um reencontro com o ato de voltar a ser palavra, de desnudar a afonia, de resignificar o que fica, que ecoa, que se transforma e torna, toma e segue.

Sou Ítalo Augusto, artista da dança, das montanhas, de minas de Belô. Minha formação percorre a dança clássica, jazz e dança contemporânea. Meu veículo na ação e na dança é a improvisação. Desde que comecei a desenvolver meu trabalho solo, tenho percebido meu desejo latente de dialogar com outras aéreas. Fui modelo vivo durante dois anos em BH, na escola Guignard. Nessa experiência eu pude me aproximar de artistas plásticos que me atravessavam com seus trabalhos, pude tecer parcerias e uma ponte de conhecimentos e trocas que muito me interessam Encontrei improvisadores sonoros como Marcelo Kraiser que deu vida comigo a um trabalho de não hierarquia entre sonoridade e corpo.

 

 


Doppelgänger
Turma 018 (São Paulo - SP)

@toscanoantoniorogerio / @beatrizdpf  / @deborahlugli / @zkymicx / @gracielevieiraf / @lelecipriano / @luizaperito / @pitlemos 

Para Doppelgänger, inicialmente foram feitos vídeos individuais em status offline. Cada participante editou a própria captação de imagens, depois disso, o grupo se reuniu e comentou a produção de todes. Em seguida, partiu-se para a composição de filmes em dupla ou trio. Toda a produção foi feita respeitando o isolamento social, utilizando os meios e as técnicas disponíveis e possíveis para cada pessoa. Os encontros ocorreram virtualmente.


Turma 018 é um coletivo criado em uma sala de aula da Universidade PUC-SP, em 2018. São alunes do atual quarto ano do curso de Comunicação das Artes do Corpo e têm uma incipiente trajetória artística juntes, sendo Doppelgänger a primeira obra a sair da Universidade.

 

 


A Máquina de Moer Preto
Dona Conceição (Alvorada-RS)

@dona.conceicao

A Maquina De Moer Pretos é um filme curta metragem com imagens coletadas durante a performance que circulou por três países (França, Alemanha e Brasil), que fala sobre a desumanização do corpo negro no mundo, e sobre os linchamentos que acontecem no Brasil.

Dona Conceição é cantor, percussionista, compositor, cineasta e poeta gaúcho. Natural de Alvorada, cidade periférica, localizada na região metropolitana de Porto Alegre - RS, Dona Conceição, é um artista que resiste e denuncia o racismo e o genocídio da juventude negra através da arte.

 

Corpo Lentes Ato 1
Corpo/Lentes  (São José do Rio Preto - SP)

@corpolentes

       
Corpo/Lentes Ato 1 é um trabalho audiovisual de composição entre as formas midiáticas - o vídeo e a fotografia - e o corpo. Baseado em um estudo da arquitetura, geometria, texturas e sons, o enredo da trama se passa a partir de experimentações abertas, que são finalmente improvisadas diante do público. A sensorialidade produzida a partir deste experimento vai para além da representação gráfica ou artística, não sendo objetivo produzir representações e significados a priori, mas antes produzir sensações e experiências lúdicas, criativas e estéticas no público, que pode assistir à peça de vários ângulos e visões.

O grupo Corpo/Lentes desenvolve trabalhos audiovisuais de composição entre as formas midiáticas - o vídeo e a fotografia - e o corpo. Baseado em um estudo da arquitetura, geometria, texturas e sons, o enredo de sua trama (Corpo Lentes Ato I e Ato II) se passa a partir de experimentações abertas, que são finalmente improvisadas diante do público. 

 
 
 
 
 
 
 
 

 

_perfidiaLAB

_oficinas e laboratórios criativos relacionados a arte e tecnologia, ministrados por artistas convidados e oferecidos gratuitamente.

 

_criação de ambientes virtuais através da plataforma Hubs

_com a equipe de artistas da tecnologia do PERFÍDIA ONLINE 2021 (Rodrigo Rezende, Rodrigo Dorta, Iasmim Pereira e Eduardo Affonso)

_sexta 14 de Maio, às 19h

_sábado 15 de Maio, às 15h

_domingo 16 de Maio, às 15h

 

_através do Youtube e Facebook do Festival Perfídia

_participantes poderão enviar perguntas através do chat

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O YOUTUBE DO FESTIVAL PERFÍDIA

 

Os artistas da tecnologia que construíram o ambiente virtual do PERFÍDIA ONLINE 2021 farão uma demonstração de processo, contando como aconteceu a criação e construção da galera virtual do festival na plataforma Hubs, da Mozilla. Depois, serão apresentadas as ferramentas e realizados exercícios práticos para construção de ambientes imersivos e 3D através deste software livre.

 

_streaming criativo para artistas

_com Caio Chacal (Rio de Janeiro-RJ)

       

_sexta 21 de Maio, às 19h

_sábado 22 de Maio, às 15h

 

_através do Youtube e Facebook do Festival Perfídia

_participantes poderão enviar perguntas através do chat

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O YOUTUBE DO FESTIVAL PERFÍDIA

 

Através do software livre OBS, serão apresentadas ferramentas para uma edição visual criativa nas ações de streamings realizadas por artistas. No primeiro dia, o oficineiro fará uma demonstração através de uma conversa com alguns artistas participantes do festival. No segundo dia, serão apresentados as ferramentas, técnicas e possibilidades do software.