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_programação

PERFÍDIA RIO PRETO 2021            _São José do Rio Preto-SP

      _11 a 13 de Novembro de 2021

 
 

_programação por dia


 

_quinta 11.11

 

_abertura do festival perfídia 

_centro cultural vasco _19h 

_para entrada no espaço será exigida apresentação do

comprovante de vacinação (físico ou digital)

_capacidade de público limitada

 

_perfídiaMUSIC 

_discotecagem do DJ Harlen Félix (São José do Rio Preto-SP)

_performance-show do grupo Psicorange (São José do Rio Preto-SP)

_mostra de videoperformances

 

_perfídiaCOLAB 

_residência artística em arte e tecnologia, com criadores de são josé do rio preto

 

____Coletivo Dissidente _Tarô Dissidente 

_jogo de tarô digital e interativo _Centro Cultural Vasco _19h às 22h

____Agrupamento Núcleo 2 __Teorema XXI 

_instalação sonora em espaços urbanos _em 4 diferentes locais:  _Praça da Emurb/ Av Philadelpho  _Praça do Vivendas  _Represa Municipal _Mata dos Macacos  __para acessar a obra é necessário celular com internet e fones de ouvido  _acesso através de QR Codes instalados nos espaços _a obra estará disponível 24h a partir do dia 11.

____Wagner Orniz __Cartografia da Memória 

_instalação sonora em espaço urbano _em diversos locais da cidade (mapa disponível no site do festival) __para acessar a obra é necessário celular com internet e fones de ouvido  _acesso através QR Code __a obra estará disponível 24h a partir do dia 11 _informações sobre os locais no site e no instagram do festival

 


 

_sexta 12.11

 

_ocupação urbana no Centro

_Praça Rui Barbosa _16h às 18h30

 

_perSOFAme 

_instalação urbana com a mostra de videoperformances

_perfídiaCOLAB 

____Coletivo Dissidente _Tarô Dissidente _jogo de tarô digital e interativo 

_ocupação _perfídiaCOLAB no Vasco

_residência artística em arte e tecnologia, com criadores de são josé do rio preto

_centro cultural vasco _19h às 22h

_para entrada no espaço será exigida apresentação do

comprovante de vacinação (físico ou digital)

_capacidade de público limitada

__obras dos artistas residentes___

___ Robo.Art __AFLUÊNCIAS _projeção de vídeo interativa

___ Coletivo Dissidente __Tarô Dissidente _jogo de tarô digital e interativo

___ Agrupamento Núcleo 2 __Teorema XXI + Aos que Ficaram, Por Enquanto _instalações digitais  

 ___ Wagner Orniz __Cartografia da Memória _arte digital site-specific

_perfídiaMUSIC 

_discotecagem com DJs do coletivo Obscenidade na Pista (Belo Horizonte-MG)

 

_mostra de videoperformances



 

_sábado 13.11

 

___ocupação urbana na philadelpho

_pista de caminhada da philadelpho _17h às 19h

_perfidinha

_atividade para crianças e suas famílias

_Vivência de contação de histórias através do chromakey

__com Núcleo Canções de Guarda Roupa (São Bernardo do Campo-SP)

_perSOFAme 

_instalação urbana com a mostra de videoperformances

_perfídiaCOLAB 

____Coletivo Dissidente _Tarô Dissidente _jogo de tarô digital e interativo 

 


 

___música e mapping na Swift

_projeção mapeada na fachada do prédio e discotecagem ao vivo

_complexo swift de educação e cultura _19h às 22h

_para entrada no estacionamento será exigida apresentação do

comprovante de vacinação (físico ou digital)

_capacidade de público limitada

 

_perfídiaMAPPING

_projeção de conteúdos de vídeo mapeado que ocupam a arquitetura do edifício

___ ILUMINOUS - (Guaratuba-PR)          

____ VJ Lobo (Belém-PA)   

____ Luana Terra (Canoas-RS)                   

____ VJ Montano (Rio de Janeiro-RJ)

____ NTHLCRVLH (Rio de Janeiro-RJ)

______VJ Residente____ Vinicius Dall'Acqua (São José do Rio Preto-SP)

 

_perfídiaCOLAB

_residência artística em arte e tecnologia, com criadores de são josé do rio preto

____Robo.Art _ESPECTRO _performance audiovisual ao vivo

____Coletivo Dissidente _Tarô Dissidente _jogo de tarô digital e interativo

 

_perfídiaMUSIC

_DJs que trazem a música e o clima festivo para o PERFÍDIA

___ Tupycaína (Araçatuba-SP) 

___ Carol Tucuju (São Paulo-SP/Macapá-AP) 

___ Monstro (São José do Rio Preto-SP)



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_perfídiaLAB

_oficinas virtuais em arte e tecnologia

 

_Oficina A arte de discotecar: primeiros passos

_com Linda Green (São Paulo-SP)

_17 e 18 de Novembro

_quarta e quinta _20h

_através do Youtube do Festival Perfídia

 

_Oficina de Vídeo Mapping - Processo criativo e Desenvolvimento

_com John Sabbat (Belém-PA)

_19, 20 e 21 de Novembro

_sexta 20h _sábado e domingo 15h

_através do Youtube do Festival Perfídia

 

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_programação por categoria

 

_perfídiaCOLAB

_residência artística voltada para artistas de Rio Preto, para produção de obras inéditas que serão apresentadas na programação do festival

_artistas residentes e obras

 

_Robo.Art (São José do Rio Preto-SP)

Robo.Art é um agrupamento artístico de pesquisa e produção em múltiplas linguagens desde 2016, gestão e produção de projetos culturais sediado em São José do Rio Preto - SP. O agrupamento atualmente desenvolve trabalhos dentro de vários segmentos artísticos, com ênfase em: artes audiovisuais e suas vertentes, artes plásticas, intervenções e performances baseadas em pesquisa de novas plataformas e uso de tecnologia.

AFLUÊNCIAS _Projeção de vídeo interativa _Diante o relevo de águas adormecidas, se faz cidade. A trajetória urbana expandida a sua realidade primitiva, escondendo o que antes fluía. _sexta-feira dia 12  _19h _Centro Cultural Vasco

ESPECTRO _Performance audiovisual ao vivo, onde áudio e imagens são gerados em tempo real, através de uma programação audioreativa que traduz a sonoridade do ambiente em ilustrações visuais. _sábado dia 13 _20h _Complexo Swift de Educação e Cultura  

 

_Coletivo Dissidente (São José do Rio Preto-SP)

Coletivo Dissidente surge do desejo de unir linguagens artísticas diversas, começando pela fotografia, investigando o audiovisual e outras tecnologias. Tem como missão fortalecer pessoas dissidentes a partir de uma abordagem feminista interseccional, abrangendo o acolhimento e a representatividade artística. Investigam os meios virtuais e tecnológicos para suas ações artísticas, misturando a utilização de equipamentos digitais e recursos artesanais e caseiros para valorizar o diálogo entre tradição e inovação.

Tarô Dissidente é uma performance fotográfica inspirada nos arcanos do tarô. Realizada durante o isolamento social, cada artista utilizou a câmera do próprio celular para reencenar as cartas. O Tarô contempla corpos de pessoas com deficiência, gordas, negras, trans, mães e quaisquer pessoas que se reconheçam diversas em sua dissidência. Para o PERFÍDIA RIO PRETO, o coletivo reelaborou o tarô para ser uma instalação interativa digital, onde o público pode tirar seu jogo em um tablet, recebendo uma devolutiva a partir da da carta que escolheu. A ação levará um totem com um tablet para diversos espaços da cidade.

_Quinta dia 11 _19h às 22h _Centro Cultural Vasco 
_Sexta dia 12 _das 17h às 19h  na Praça Rui Barbosa   _das 20h às 22h no C. C. Vasco
_Sábado dia 13 _das 17h às 19h  na Pista de caminhada da Philapelpho _das 20h às 22h _Complexo Swift de Educação e Cultura

 

_Agrupamento Núcleo 2 (São José do Rio Preto-SP)

Agrupamento Núcleo 2 tem uma história de mais de 15 anos, iniciando no campo das artes cênicas e se expandindo para as artes multimídia, numa pesquisa que abraça o audiovisual, a instalação, o digital e as artes visuais. A plataforma é conduzida pelo artista Jef Telles, que encontra no trabalho coletivo e nas parcerias o espaço para uma criação colaborativa em artes e tecnologias

A obra Teoria XXI ocupa quatro espaços arborizados da cidade, através de uma instalação sonora que pode ser acessada pelo celular do espectador através de QRCodes posicionados, como poesias imaginárias suspensas no ar. A instalação ficará disponível para acesso 24h, a partir do dia 11 de Novembro. _Locais:  _Praça da Emurb/ Av Philadelpho  _Praça do Vivendas  _Represa municipal _Mata dos Macacos _para acessar a obra é necessário ter celular com internet e fones de ouvido _acesso através de QR Codes instalados nos locais
Teoria XXI também estará presente no Centro Cultural Vasco, ocupando diversos espaços com videopoemas, cartazes e QR Codes, como uma trilha a ser percorrida pelo espectador através de diversos fragmentos. Em contraponto à natureza, videopoemas urbanos dialogam com cartazes futuristas. Contrastes entre o verde e o cinza, a terra e o concreto, a palavra e o abstrato. Além disso, será apresentado um fragmento do projeto da pesquisa Aos que Ficaram, Por Enquanto.  _Dias 11 e 12 de Novembro, 19h às 22h. _Centro Cultural Vasco 

_Wagner Orniz (São José do Rio Preto-SP)

Wagner Orniz é artista transdisciplinar. Estudou moda e comunicação, especializou-se em mídias digitais, tendo como influência as proposições têxteis/tecnológicas de Hussein Chalayan e a arte eletrônica de Nam June Paik. Seus trabalhos incluem instalações e objetos interativos, ações performáticas e exploração de novas mídias, além de música e fotografia.

Cartografia da Memória tem como proposta investigar a relação entre memória e espaço. Situado nos domínios da arte digital, é uma obra site-specific que tem São José do Rio Preto/SP como pano de fundo de um mapeamento afetivo das memórias do artista.  Utilizando técnicas de georreferenciamento, o artista registrou locais por onde passou e vivenciou as mais diversas experiências ao longo de sua vida. O mapeamento destas memórias contrasta, muitas vezes, com a própria história de uma cidade sem muito apreço pelo passado e em constante processo de gentrificação. O intuito da obra é trazer uma reflexão sobre memória, espaço e tempo, conceitos que hoje sofrem uma interferência direta dos algoritmos e estão suscetíveis a uma enxurrada de informações, muitas delas falsas e que alteram significativamente a percepção que o indivíduo tem da sua história e do seu passado.

_informações sobre os locais no site plataformaperfidia.com e no instagram @plataformaperfidia


 

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_perfídiaMAPPING

_intervenção urbana com música e projeção de vídeo mapeada no edifício do Complexo Swift de Educação e Cultura

_capacidade de público limitada

_para entrada no estacionamento será exigida apresentação do comprovante de vacinação (físico ou digital)

_a intervenção também poderá ser assistida através do anfiteatro Nelson Castro

_Leve sua canga e seu cooler ;)  

_sábado dia 13 _19h às 22h

_ILUMINOUS (Guaratuba-PR)
Já participou de festivais internacionais de VideoArte e Projeção Mapeada, tendo obras de sua autoria exibidas em diversos países, além de shows, festas e festivais pelo Brasil. É idealizador do Guará Mapping Festival, primeiro Festival de Projeção Mapeada do Paraná. Já colaborou em eventos com a participação de artistas como Molejo, Anitta, Buchecha, Clarice Falcão, Thiaguinho, Thaide, B-Negão, Céu, além de colaborar em espetáculos teatrais e musicais.

_VJ Lobo (Belém-PA)
Músico, produtor cultural, performer e artista visual. Desde 2004, o artista visual paraense Fabricio Lobo traz as texturas das florestas e das águas para a iluminação cênica com intervenções visuais por meio da técnica de vídeo mapping. O objetivo é sempre levar ao público as sensações do universo amazônico, colocando em cada luz, vídeo, imagens e sons um pedaço da cultura amazônica.

_Luana Terra (Canoas-RS)
Artista visual, designer gráfica e fotógrafa. Vem investigando diferentes linguagens, com experimentações com experiências que passam pela fotografia, edição de materiais gráficos, experimentações em performance e o mergulho em espaços urbanos. No início de 2021produziu um projeto de intervenção urbana que reuniu a produção de 20 artistas visuais e os transformou em lambes, que tomaram espaços comuns da cidade de Canoas/RS. 

_VJ Montano (Rio de Janeiro-RJ)
Tendo influências visuais múltiplas, atua como VJ há 15 anos e apresenta um repertório que vem de seus trabalhos e pesquisas em vídeo arte, fotografia, serigrafia, stop motion e videografismo. Suas instalações visuais utilizam estruturas e técnicas que exploram de diferentes formas o uso do vídeo em cada novo projeto. Também costuma ministrar workshops e oficinas de vídeo cenário em festivais e espaços culturais ligados à arte educação. Foi responsável pela criação de vídeo cenário para artistas como Elza Soares, Lia de Itamaracá, BNegão e Os Seletores de Frequência, Xangai, Orquestra Voadora, Bossacucanova, entre outros. 

_NTHLCRVLH (Rio de Janeiro-RJ)
Artista visual carioca com foco nas artes eletrônicas. Atualmente, trabalha fazendo colagens, ilustrações/desenhos digitais, design gráfico, animação, fotografia e segue se aprofundando na arte de vjing e video mapping. Se inspira no ambiente cibernético/digital e o grande paradoxo que ele representa na vida dos seres humanos, tentando traduzir e instigar sensações que nossa realidade não consegue alcançar, sempre trazendo uma concepção sinestésica nas criações. O trabalho apresentado é realizado em parceria com o dançarino Irfan Setiawan (Indonésia) e a produtora musical Érica Alves (RJ).

_______vj residente

_Vinicius Dall'Acqua (São José do Rio Preto-SP)

Vinicius Dall’Acqua é videartista, artista-multimídia e diretor artístico. Sua produção artística transita entre o cinema, videoarte, arte generativa, live performance, videomapping e artes ligadas a tecnologia. Como educador, ministrou cursos de cinema no SESC, Oficinas Culturais de São Paulo, Cinexpresso Curso de Cinema, e orientou o projeto audiovisual “Poetar” (2018). É fundador do agrupamento de pesquisa e produção em arte-tecnologia ROBO.ART. Tendo desenvolvido como diretor os projetos: “Corpomáquina” (Performance em dança, vídeo mapping, sensores e múltiplas linguagens), “Espectro”(Live Performance premiada no Festival Reconvexo (BA) 2021, selecionado pelo MOV (RJ) 2020, e premiado no festival Guará Mapping Festival 2021 com a obra “Dual”

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_perfídiaMUSIC

_DJs e músicos que trazem o clima festivo para o PERFÍDIA

_Psicorange (São José do Rio Preto-SP)

Power trio formado por Murilo Gussi (vocal), Andressa Maria (bateria e vocal) e Sávio D'Agostino (contrabaixo e vocal), o PSICORANGE tem um trabalho autoral influenciado pelo pop, hard rock e glam. Com um show que flerta com a performance e o spoken word, o PSICORANGE evoca em suas canções a diversidade e as liberdades individuais, destacando a música como uma forma de resistência diante dos inúmeros preconceitos que assolam a sociedade.

_abertura do festival   _quinta dia 11  _20h  _centro cultural vasco

 

_Harlen Félix (São José do Rio Preto-SP)

Criador de conteúdo e ator, Harlen Felix se consolidou como curador musical no Barteliê Gastrô, em Rio Preto, onde foi DJ Set por quatro anos. Agitando os mais diferentes perfis de festas, hoje ele faz parte do Rock on the Top, coletivo rio-pretense de DJs.

_abertura do festival  _quinta dia 11  _19h às 22h (pré e pós show)  _centro cultural vasco

 

_Obscenidade na Pista (Belo Horizonte-MG)

O coletivo é formado por Shaitemi DJ, DJota e FREEda, residentes na Gruta! de 2012 a 2017, trazendo a sonoridade latinoamericana de resistência feminista, negra, brasileira, transcontinental para o gozo do corpo e da alma, balançando o corpo e a imaginação.

_sexta dia 12  _19h às 22h  _centro cultural vasco

 

_Carol Tucuju (Macapá-AP/São Paulo-SP)

A DJ e produtora é nascida no Amapá, onde construiu sua identidade AfroAmeríndia, fonte de sua inspiração artística. Sua pesquisa sonora é inspirada na diversidade cultural brasileira e amazônica. Dedica-se a conectar pessoas a novas descobertas, movimentos e ritmos. Seu set é composto com músicas majoritariamente feminina e negra, misturando ritmos como Carimbó, Marabaixo, Melody, Tecnobrega, Brega, Zouk Love, Batuque, Lambada, Dancehall e Reggaeton. É  criadora da  MANIVA, festa inspirada na diversidade dos povos da Amazônia. 

_sábado dia 12  _19h  _complexo swift de educação e cultura

_Tupycaína (Araçatuba-SP)

Tupycaína coleciona discos há 15 anos e em 2016 começou a tocar publicamente. Já havia se envolvido no Coletivo Mulatada Brasileira em Araçatuba, onde os encontros eram ao redor dos discos de vinil e ali começou a experimentar. Já tocou em São Paulo, Londrina, Londres e recentemente ingressou no mundo digital. Possui coleção diversa que pode resultar em sets de brasilidades, cumbia eletrônica, house e techno.

_sábado dia 12  _20h  _complexo swift de educação e cultura

_Monstro (São José do Rio Preto-SP)

Iniciou a carreira de DJ em São Paulo-SP, até se mudar para Rio Preto em 2004. Desde 2006 toma a frente do coletivo de DJs 'Rock on the Top', levando até a cidade figuras da música para realização de shows e DJ sets, como Kid Vinil, Clemente, Érika Martins, Fe Lemos, Andy Riurke (dos Smiths), entre outros. Comanda o podcast 'Na Toca do Monstro',  no Spotify, junto com Marcello Dallas e realiza suas lives no seu instagram @natocadomonstro. Atualmente se dedica a inauguração do espaço 'Front Pub', em Rio Preto, junto ao DJ Ruyvo.

_sábado dia 12  _21h  _complexo swift de educação e cultura

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_perfidinha

_programação de arte e tecnologia voltada para crianças e suas famílias.

 

_Vivência de contação de histórias através do chromakey

__com Núcleo Canções de Guarda Roupa (São Bernardo do Campo-SP)

 

Através do recurso tecnológico do Chroma Key, as crianças e suas famílias serão convidadas a entrar em cena mergulhando em diversos cenários digitais, para contar suas histórias e promover uma viagem pelo mundo da imaginação através da tecnologia de efeitos especiais.

_sábado dia 13

_pista de caminhada da philadelpho _17h

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_videoperformances

 

>>> Exibições:

> Quinta dia 11, das 19h00 às 22h _centro cultural vasco

> Sexta dia 12, das 16h às 18h30 _praça rui barbosa

> Sexta dia 12, das 19h30 às 22h _centro cultural vasco

> Sábado dia 13, das 17h às 19h _pista de caminhada da philadelpho

> Sábado dia 13, das 19h30 às 22h _complexo swift de educação e cultura

_Raízes

_A TRANSÄLIEN + Novíssimo Edgar (São Paulo-SP) 

Nesta vídeo-arte, A TRANSÄLIEN e Novíssimo Edgar exploram suas conexões de natureza em comum. Para além das máscaras, personas, indumentárias, universos e ideologias, onde a sinergia se inicia através de raízes, na fronteira do Capibaribe, entre os beats da alfândega.

A TRANSÄLIEN transita entre a utopia e o mistério. Ana Giselle é multiartista, produtora cultural, curadora independente, corpo-espetáculo, DJ, idealizadora da Coletividade MARSHA! e articuladora pelos direitos das pessoas trans e travestis no Brasil. A TRANSÄLIEN é identidade pós-humana híbrida de uma alienígena e transexual onde sua performatividade ressignifica os pressupostos equivocados de abjeção acerca das corporeidades trans, desintegrando valores constituídos sob o imaginário popular, transformando sua existência numa potência artística e política.

 

_NENGUA KALUNGA

Andréia Oliveira e Berg Kardy / Tabephe Produções (Salvador-BA)

A Videodança NENGUA KALUNGA reinventa a história da criação do mundo tendo como referências as cosmologias Africanas e Brasileiras. Construindo uma dramaturgia AfroPindorâmica para o encantamento da vida.

Andréia Oliveira é Soteropolitana, Intelectual Preta Baixa Renda, Dançarina, Educadora, Aprendiz de Capoeira, Performer e Produtora Cultural. Se arvora pelos estudos das culturas Africanas e Ameríndias, e de processos de criação articulados à descolonização do conhecimento. Doutoranda (2020) e Mestra (2018) em Dança, Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança (2012) pelo Programa de Pós-Graduação em Dança (PPGDANÇA/ UFBA). Coordenadora do projeto de Experimentação Artística EXPERIMENTANDO KALUNGA. Atua no coletivo LIGAdoCORPO e na Produtora tabephe produções.

Berg Kardy é soteropolitano, homem preto, intelectual e baixa renda, do quilombo urbano Engenho Velho de Brotas, reduto de muito axé, porto da cultura banto, onde me constituo todos os dias dos atravessamentos que se dão do corpo no lócus e do lócus no corpo. Pesquisa corpo, ancestralidade e processos criativos em dança no PPGDança/UFBA. É educador, performer, dançarino e produtor cultural na @tabepheproducoes e no mundo, é membro do Grupo de Pesquisa em culturas Indígenas,Repertórios Afro-Brasileiros e Populares - Grupo Gira.

 

_Clepsidra 

_Coletiva Marcas D´Água (Rio de Janeiro-RJ)

Diante de tempos planetários desafiadores, 7 artistas intentam atravessar as paredes do microcosmos da casa. Reside nos gestos mínimos desse coletivo de mulheres um tipo de engajamento sensível com mundo, além do invólucro humano. Nesses encontros heterogêneos, o tempo dos fluxos, desvios e infiltrações revela certa ecologia do lugar. Tal mapa performativo ganha força no contexto de isolamento coletivo. A relação do tempo em mutação com a gravidade da situação em solo brasileiro reitera rituais do cotidiano emergidos no meio digital. Entretanto, a violência do aqui-agora não impede o tecer comum dessas mulheres com o que há de mais pulsante na luta subjetiva e corporal de cada uma.

A Coletiva Marcas D´Água reúne: A Cecilia; Amanda Morais; Ara Nogueira; Clarice Rito; Dulce Lysyj; Edzita SigoViva e Marcela Cavallini. Juntas, a partir de uma residência artística na Despina no começo de 2020, passaram a desenvolver um projeto em campo expandido com a relação entre as corpas, violências de gênero e as águas como principal enfoque.

 

_Banquete Antropófago

_Coletivo Barteliê (S.J. do Rio Preto-SP)

Criado no contexto da pandemia, ‘Banquete Antropófago’ reúne as potencialidades de cada integrante desse trio: o mosaico, a culinária e a performance, para convidar as pessoas a refletirem sobre a alimentação em seus mais variados contextos. Enquanto Carol e Ronaldo constroem um mosaico com alimentos sobre o corpo nu de Harlen, uma série de áudios são sampleados, trazendo à tona discussões sobre desperdício, desrespeito ao meio ambiente, desigualdade social, entre outros temas que de alguma forma se relacionam com nosso hábito alimentar.

Coletivo Barteliê é a plataforma criativa que nasceu a partir do encontro da empreendedora criativa e mosaicista Carol Escabin, do cozinheiro Ronaldo Vilerá e do jornalista e ator Harlen Felix. Juntos, eles comandaram por quatro anos, na zona norte de São José do Rio Preto, o Barteliê Gastrô, espaço que uniu gastronomia, arte e afetos, abrigando uma série de eventos culturais e tornando-se referência da arte independente na cidade.

 

_Corpo/Lentes ATO II

_Corpo Lentes (S. J. do Rio Preto-SP)

Corpo/Lentes ATO II é um trabalho audiovisual de composição entre as formas midiáticas - o vídeo e a fotografia - e o corpo. Baseado em um estudo da arquitetura, geometria, texturas e sons, o enredo da trama se passa a partir de experimentações abertas, que são finalmente improvisadas diante do público. A sensorialidade produzida a partir deste experimento vai para além da representação gráfica ou artística, não sendo objetivo produzir representações e significados a priori, mas antes produzir sensações e experiências lúdicas, criativas e estéticas no público, que pode assistir à peça de vários ângulos e visões.

O grupo Corpo/Lentes desenvolve trabalhos audiovisuais de composição entre as formas midiáticas - o vídeo e a fotografia - e o corpo. Baseado em um estudo da arquitetura, geometria, texturas e sons, o enredo de sua trama (Corpo Lentes Ato I e Ato II) se passa a partir de experimentações abertas, que são finalmente improvisadas diante do público. 

 

_O pão que a sociedade comprou

_Embrião Es'fera Hybrida (Itaquaquecetuba-SP)

O curta metragem dialoga com o isolamento sobre a perspectiva da solidão, e historicamente traça a passagem pela geração que se defronta com uma pandemia, por essa seara entra nas abstrações que permeiam a obra de tantas mãos desumanas, coloca na prateleira o produto que retroalimenta a sociedade, como o ciclo do pão, a forma, que o ser humano tão quanto, fôrma, se desfaz no pó é a vida que esfarela e compõem uma terra em que por hábito e recurso, o ser, se decompõem. É finitude e morte anunciada como a guerra que se trava com as pessoa humana pelo poderio bélico e epidêmico assumido no sistema do lucro como organização comunitária.

Embrião Es'fera Hybrida é uma pesquisa que se estrutura desde 2017 nas artes integradas, na qual a direção e a produção estão intrínsecas a um projeto artístico de vida,  assim seus estudos se voltam às necessidades de cada obra e momento de desconstrução do antropocentrismo. Nesse percurso conceitual são dadas as aproximações e convites, para que artistas que se identifiquem com a temática elaborada, os suportes que serão as mídias do objeto artístico proposto e a condução da realização da obra colaborem na comunicação que visa se estabelecer com diferentes tipos de público.

 

_Colocados e Perdidos: 012MMX

_Fernando Hermógenes (São Joaquim de Bicas-MG)

Colocados e Perdidos registra a violência e impunidade relacionada às práticas de abuso da terra, de poder institucional e de mão-de-obra impostas com frequência às áreas onde a extração do minério de ferro impera. Neste vídeo, a área é o Bairro São José, na cidade de São Joaquim de Bicas-MG, após a passagem da AVG Mineradora/MMX, no ano de 2015 - o vídeo captura a sequidão, o desconsolo e o arrasto que abundam a terra - um ex-ecossistema, um ex-equilíbrio natural.

Fernando Hermógenes Aguiar da Silva, artista, labadeiro, caminhonista, curador do Museu do Status do Hermógenes. Fala, vive e experimenta com fogo, deslocamento, afetos e ruínas.

 

_Tudo o que lembrou vermelho

_Junior Romanini (São Paulo-SP)

A imagem saturada de vermelho em objetos aleatórios escorre da memória: pai açougueiro, matadouro de gado, fio-sangue, coração pirulito em dureza disfarçada de doçura, mastigado e engolido sem prazer, coração revirado, obediência passiva.  É uma resposta imagética para um exercício de escrita performativa, onde o performer resgata memórias pessoais que relatam a contínua formação estrutural do macho-interior-paulista, forjado aos desejos do pai que em ações cotidianas segue a coroar aquilo que acredita ser o masculino.

Junior Romanini é ator, performer e professor-pesquisador em Artes da Cena. Tem se dedicado aos estudos da performance, sobretudo em suas implicações espaciais e políticas no contexto latino-americano. Como performer, tem realizado séries de foto e videoperformance em trabalhos de earth-body-art, linguagem central de sua atual pesquisa.  

Fez parte do Grupo TOU em Londrina (PR), da Cia 6 + 1 de Dança (SP) e por três vezes foi artista residente do Centro de Referência da Dança (SP). 

_Ofélia Trava-Videopoema

_Kara Catharina (Campinas-SP)

Numa pesquisa sobre a liminaridade e possibilidades do corpo travesti, Kara traduz o solilóquio de Ofélia em "Hamlet Machine" (Heiner Muller) para o pajubá, construindo a partir desse novo texto, um relato, um desabafo e uma súplica que, ao mesmo tempo, também é um grito de guerra. O vídeo é a representação visual do solilóquio de um corpo travesti potente, ainda que vulnerável.

Kara Catharina é artista da cena e da noite, desenvolvendo trabalhos em diferentes plataformas e linguagens. Kara é atriz-pesquisadora colaboradora do Barracão Teatro (Campinas-SP), importante grupo de teatro que há mais de 20 anos desenvolve pesquisa nas linguagens de máscaras e palhaçaria. Kara também é performer residente do coletivo de música eletrônica Bicuda, no qual trabalha a dança-performance no contexto de festas de música eletrônica


 

_ViDa TeRrEnA NãO IdEnTiFiCaDa

_Nanaue (Belo Horizonte-MG)

Videoperformance gravada em Belo Horizonte-MG, mais especificamente nas montanhas da Serra do Curral, área de "Proteção Ambiental" da Vale. Mistura as linguagens de artes visuais, artes cênicas, audiovisual, dança e design, além de referenciar os livros do pensador indígena Ailton Krenak. ViDa TeRrEnA NãO IdEnTiFiCaDa traz um ser desconhecido entrevistando uma montanha e questiona conceitos de vida e morte, mostrando simultaneamente as marcas da mineração predatória em Belo Horizonte.

Nanaue, nome artístico de Nathan Barbosa da Silva, é ator, designer, dramaturgo e performer LGBT mineiro. Tem a natureza e o universo como principais inspirações para seu trabalho e a escrevivência como base de suas criações.

_Queremos que o estado pare de matar menino

_Nina Caetano (Belo Horizonte-MG)

Este grito urgente, em forma de palestra-performance, parte da ação de rua "Chorar os Filhos''. Aqui, Nina Caetano expõe dados e questiona as necropolíticas de um Estado que extermina corpos pretos e pobres diariamente. Numa conversa com o coletivo Mães de Maio MG, propõe a escuta das dores dessas mulheres que buscam por justiça.

Nina Caetano é pesquisadora da cena contemporânea, performer, ativista feminista e professora da UFOP, realizando trabalhos artísticos que abordam temas como o feminicídio ou a dor de mães que perderam seus filhos vítimas da violência do Estado. Desde 2007 integra o obsCENA, agrupamento independente de pesquisa cênica no qual investiga modalidades cênicas liminares. Tendo como eixo central da sua pesquisa as relações estético-políticas entre feminismo e performance, ela coordena, desde 2013, o NINFEIAS – Núcleo de INvestigações FEminIstAS.

_Ara Mar

_Núcleo de Dança Dente de Leão (Salvador-BA)

“Ara Mar”. Saudades. Já tem dias que ela chegou e fez morada. Virou companheira. E mesmo que eu não queira, ela fica. Acho que o momento tá assim tbm, sabe? Saudosistas Sinto isso daqueles que já foram. E dos que estão aqui, porém longe

Núcleo de Dança Dente de Leão é um coletivo colaborativo de mulheres artistas da dança, que aproveita de um espaço de afeto para expressar através da dança, questões que as movem, impactam e intrigam. O coletivo começou em 2014 e em sua trajetória cada uma desenvolve trabalhos independentes ou enquanto integrantes de outros grupos e companhias.

 

_1º Molotov

_Núcleo Arcênico de Criações (S. J. do Rio Preto-SP)

Experimento auto ficcional de Alexandre Manchini Jr, desenvolvido a partir de 3 memórias pessoais, tensionadas para referências atuais acerca da heteronormatividade masculina, predominantemente machista, autoritária e violenta. Nesta obra, o artista transita pelas linguagens da performance, dança e vídeo.

Núcleo Arcênico de Criações foi criado em 2012 e, desde então trabalha diariamente a partir de estudos, pesquisas e investigações práticas acerca das possíveis convergências e inter-relações entre teatro, dança, vídeo e performance em prol de uma linguagem híbrida e contemporânea.Nesta trajetória pautada na pesquisa em artes e no intercâmbio criativo, desenvolveu projetos com artistas relevantes na pesquisa e produção das artes cênicas nacionais.

 

_Xapiri/Curuocangô 4.0

_Tatamirô Grupo de Poesia (Mazagão Novo-AP)

Performance poética fruto de mais três anos de estudos dos cantos e rituais de etnias indígenas da Amazônia e da leitura intermitente do livro "A Queda do Céu" do xamã yanomami Davi Kopenawa e do antropólogo franco-marroquino Bruce Albert, dialogando com uma diversidade de sons percussivos que culminaram em Poesia Sonora. Esta é a quarta versão do Xapiri/Curuocangô. Nesta versão o diálogo se estabelece com a GUITARRA BLUSEIRA do músico Ronilson Mendes (AP) e com a DANÇA ORIENTUPI da atriz e bailarina Hayyam Chandra (AP). 

Tatamirô Grupo de Poesia é um grupo amapaense de promoção da Leitura e de declamação de textos poéticos, sejam eles escritos na forma de prosa ou verso em suas múltiplas manifestações verbivocovisuais. Criado em abril de 2008, o Grupo nasceu do desejo de dizer Poesia às pessoas. De colocar a voz a serviço da Poesia. De falar as coisas do mundo de forma diferente.

_Necessita-se de estratégias para acabar com o capitalismo

_Waldirio Castro (Fortaleza-CE)

Cinco performers ( Hícaro Nicolai, Jeanu Feal, Leite Jr. e Vita da Silva) de diferentes locais (Fortaleza-CE, Crato-CE, Londres UK, Buenos Aires -AR) escrevem por 15 minutos ininterruptamente a frase “Necessita-se de estratégias para acabar com o capitalismo" em diferentes suportes. Construímos, por meio desse ato estético/político, engrenagens e máquinas do tempo que deixam sementes para um futuro, mesmo sabendo que, muitas vezes, não enxergamos as mudanças, pois os holofotes hegemônicos tentam apagar essas germinações.

Waldírio Castro é um artista transdisciplinar, arte-educador e curador. É especialista em Semiótica pela (UECE). Atualmente integra o Mestrado em Artes - UFC e a Licenciatura em Artes Visuais - UNINTER. Formado na primeira turma do Curso Técnico em Teatro Musical SESI-SP e no Curso Técnico em Dança do Porto Iracema das Artes. Tem interesse nas pesquisas em arte de modo expandido e adisciplinar.


 

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_perfidiaLAB 

> oficinas e laboratórios criativos relacionados à arte e tecnologia, ministrados por artistas e pesquisadores convidados

> Transmissão ao vivo pelo Canal Festival Perfídia no Youtube 

> os cursos permanecem disponíveis no canal após a transmissão

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_Oficina A arte de discotecar: primeiros passos

_com Linda Green (São Paulo-SP)

_17 e 18 de Novembro

_quarta e quinta _20h

_através do Youtube do Festival Perfídia

Linda Green é o projeto da brasiliense radicada em São Paulo, Cecília Lindgren. A DJ vem compartilhando com o público um perfil sonoro fora dos padrões e livre de gêneros. Receptiva e cheia de facetas ecléticas, reafirma em seu trabalho a abertura para diversas vertentes musicais que trazem mixes intensos de sensações. De vibrações animadas à atmosferas introspectivas e obscuras.

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_Oficina de Vídeo Mapping - Processo criativo e Desenvolvimento

_com John Sabbat (Belém-PA)

_19, 20 e 21 de Novembro

_sexta 20h _sábado e domingo 15h

_através do Youtube do Festival Perfídia

John Sabbat é oriundo de Manaus–Amazonas, com raízes maternas e paternas em Belém-Pará, onde vive e atua há alguns anos como VJ, com seu início nas raves e aparelhagens amazônicas. Atualmente desenvolve criações em videomapping e vídeo arte de maneira remota em festivais de arte no Brasil e exterior, levando a arte regional do Norte com influências na cultura cyberpunk e na cybercultura, lançando mão de cores fortes e uma estética híbrida a partir do BioPunk, que mistura formas orgânicas e mecânicas como uma maneira de abordar os problemas sócio-tecnológicos e biopolíticos da atualidade.