_perfídia niterói 2021

      _niterói_rj

           _4 a 6 de março

      _programação

 

       _DJ's _VJ's _videomapping _videoperformances  

               _interatividade _oficinas  _mesas redondas  

 

                  _atividades 100% gratuitas

 
 

_perfidiaLAB 

 

> oficinas e laboratórios criativos relacionados à arte e tecnologia,

ministrados por artistas e pesquisadores convidados


> Transmissão pelo Canal Festival Perfídia no Youtube

e pela página Perfídia - Performance e Novas Mídias no Facebook.

>Não é necessária a inscrição prévia

_quinta _ dia 4 _19h

_perfidiaLAB #1

_Oficina de introdução ao videomapping

_com VJ Vini Fabretti

_Nesta oficina, as pessoas participantes poderão desvendar e entender o que é o videomapping, através de estudos e análises de referências, e discutir as diversas formas de expressão que essa mídia é utilizada.
Vini Fabretti é um artista digital, VJ e diretor artístico. Trabalha como VJ há mais de 15 anos e sua carreira como artista começa a se desenvolver após ganhar o primeiro lugar no Green Project VJ 2007. Seus estudos se estendem em áreas diversas da linguagem visual artística, usando ilustrações, fotografias, esculturas, música, sons, recursos bidimensionais e tridimensionais para criar narrativas audiovisuais imersivas por meio de mídia digital. 



​_sexta _dia 5 _19h

_perfídiaLAB #2

_Oficina de introdução às técnicas de mixagem

_com DJ Ingrid Nepomuceno

_Oficina de introdução às técnicas de mixagem de músicas, com uso do software gratuito Virtual DJ, como compasso e loop, envolvendo um bate papo inicial sobre as atribuições necessárias para uma boa performance e orientações sobre as ferramentas necessárias para o estudo básico da prática de mixagem.
Ingrid Nepomuceno é produtora cultural e uma das primeiras DJs mulheres do gênero funk da história e pesquisadora do tema. Construiu sua carreira baseada no entendimento do funk como uma importantíssima manifestação cultural no território fluminense - por vezes marginalizada e perseguida - e na vontade de impactar vidas a fim de combater o preconceito contra o mesmo. É membro do coletivo Ghetto Run Crew, que usa o esporte, o graffiti e a música como ferramentas de transformação e ocupação da cidade.

_ dia 5 _16h

_compartilhamento #1

__Performance artística, novas mídias e o fetiche digital.

_com Daniela Labra

Daniela Labra é curadora, pesquisadora e crítica de arte. Doutora em História e Crítica da Arte pela PPGAV/EBA UFRJ. Desenvolve projetos nos temas: arte brasileira, processos históricos e estéticos latinoamericanos, performance arte, performatividade, arte e política. Professora do Node Center. Crítica de artes em O Globo (2014-2016). Curadora da Frestas Trienal 2017: Entre Pós-Verdades e Acontecimentos, SESC Sorocaba, SP. Fundadora da plataforma de estudos em arte www.zait.art. Vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Berlim.

_compartilhamentos 

> palestras, bate-papos e mesas redondas sobre temas relacionadas à arte, performance

e tecnologias, contando com artistas, pesquisadores e/ou professores convidados. 

 

> Transmissão pelo Canal Festival Perfídia no Youtube

e pela página Perfídia - Performance e Novas Mídias no Facebook.

​_dia 6 _14h

_compartilhamento #2

__Processos Criativos em

Performance e Videomapping

_com VJ VIGAS

Vigas (Leandro Mendes) é artista multimídia com obras em projeções de grande escala, instalações de luz, projeções 360º e live performance, seus projetos na arte pública abordam estéticas orgânicas trabalhando a imersão do espectador como ponto de partida para experiências únicas.

_perfidinha 

 

_programação de arte e tecnologia voltada para crianças e suas famílias.

> Disponibilizado pelo Canal Festival Perfídia no Youtube e aqui no Site.

 
_ do dia 4 ao dia 14 de Março 

_Planeta BRUUUMMMFFF

_Artefactos Bascos (Espanha),  BiNeural-MonoKultur
(Argentina/ Alemanha)  e Difusa Fronteira (Brasil)

 

Planeta Bruuummmfff é um audio-guia interativo pensado para um adulto e uma ou duas crianças. Trata-se de um jogo no qual os participantes, dentro de suas próprias casas, são convidados a uma viagem a um mundo diferente dentro do nosso mundo cotidiano. Construiremos naves espaciais, passaremos a noite nas fantásticas florestas dos Brunftis e conheceremos rituais da cultura do Planeta Bruuummmfff.

- Para participar são necessários: um celular, tablet ou computador com conexão à internet e uma caixa de som.

 

Trailer

 
 

_ações

   _videomapping e música eletrônica no MAC Niterói 

 

> programação de DJs e VJs, com performances de música de eletrônica autoral

e projeção de vídeo mapeada no edifício do MAC Niterói.

_sábado _dia 6 de Março

_18h às 22h

 

> não haverá público presencial.


> transmissão ao vivo pelo Canal Festival Perfídia no Youtube.

 

_Vini Fabretti

_VJ residente

Vini é artista digital, VJ e diretor artístico. Trabalha como VJ há mais de 15 anos e sua carreira como artista começa a se desenvolver após ganhar o primeiro lugar no Green Project VJ 2007. Seus estudos se estendem em áreas diversas da linguagem visual artística, usando ilustrações, fotografias, esculturas, música, sons, recursos bidimensionais e tridimensionais para criar narrativas audiovisuais imersivas por meio de mídia digital. 

_Glau Tavares

_DJ residente

Glau tem como característica a versatilidade e misturas originais em seus sets. Mesclando passado&presente e combinações entre funk afrohouse e outras misturas, tornando suas apresentações verdadeiras viagens sonoras dançantes e ferventes. Seu som é baseado na cultura funk e hip hop, mas Glau amplia suas antenas musicais para afrobeats, moombahton, afrohouse, dancehall, grime, urbanjazz e outras sonoridades vizinhas em música eletrônica afrolatina.

_18h _sunset

_Érica Alves (DJ)

Live Set só com faixas de produtores nacionais

e lançamentos de seus selos Baphyphyna e WAVE Live Act. 

Érica Alves é cantora, produtora musical, DJ e professora. Começou como vocalista do trio de house music The Drone Lovers em 2010, mas foi em 2016, quando participou do Red Bull Music Academy Montréal, que seu trabalho solo deslanchou com as músicas do álbum “Beautiful” – lançado em 2017 por seu selo musical Baphyphyna - ganhando mais visibilidade como live act e DJ nos circuitos de música eletrônica nacional e internacional. Hoje faz parte do casting de artistas da Urban Jungle e professora do WAVE Live Act - Escola de Produção Musical.

 

_19h30

_Aya Ibeji (DJ) + VJ Attack

DJ set que mistura eras e décadas passando do house ao vogue, acompanhado das projeções mapeadas e grafismos da dupla VJ Attack (Jefferson Arcanjo e Rafael Galo).
Aya Ibeji é uma artista multidisciplinar, nascida em São Gonçalo que tem se movimentado como DJ, tocou em festas como Mariwo, Batekoo, 001 e Disco Voador. Seu som tenta destrinchar artifícios de possibilidades através do sentir, sempre tentando trabalhar com ativações de energias através de batidas e vozes que possibilitam a movimentação dos corpos..

 

_20h30

_UJIMAGANG (DJ e VJ)

_com DJ Mabruxo e VJ Baraúna

 

Inspirada no SETORZIN, conteúdo audiovisual do próprio coletivo, a apresentação projetada irá complementar a performance sonora de DJ Mabruxo trazendo de volta nossas memórias com vídeo-games da década de 90. Com a curadoria do artista/VJ Baraúna, a apresentação promete nos levar numa viagem do tempo para a época em que jogos como Donkey Kong, Street Fighter, The King of Fighters, Super Star Soccer ainda eram o hype do momento. Uma performance que visa brincar com os sentidos através de sonoridades, nostalgia e projeções.

Ujima Gang é um coletivo de multiartistas da cidade de Niterói, que surgiu da vontade de ocupar culturalmente os espaços públicos com música e cultura negra. "Ujima" significa “trabalho coletivo e responsabilidade” em Suaíli e é um dos sete princípios do Kwanzaa, celebração cultural afro-americana. O coletivo realiza o Baile da UG, que já é uma referência na cidade e um ponto de encontro da juventude.

_videoperformances

           > performances para o vídeo e registros de performances.

 

> Exibição pelo Canal Festival Perfídia no Youtube

> Entre os dias 4 e 14 de Março

_Travestis, a palestina do mundo

_Irmãs Brasil

Corpo travesti arma de guerra, estratégias de sobrevivência e fuga no território Brasil, corpo bomba, chicote, castigo religioso, culpa e clandestinidade, um manifesto terrorista para gerar vida e abundância em uma terra em disputa. Um manancial travesti pós guerra, não mais cortaram nossas cabeças, somos a palestina, estamos vivendo a guerra, nos é caro aparecer, não seremos dominadas pelo s  no enhor colonial, estamos quietas ainda que selvagens. Somos o cavalo de Tróia, o Brasil não passa de um sonho.

Irmãs Brasil é uma dupla existência de corpas estranhes artistas e travestis. Seu trabalho coloca em choque as linguagens da dança, do teatro e da performance com operações de imagens e signos para criar desvios nas tecnologias heteronormativas e coloniais. Um estado constante de acidentes de escuta e relações na criação de rituais de preparação da carne que dão acesso ao sobrenatural partindo da necessidade de escapar vivas, de presentificar fantasmas e arrebatamentos. 

 

_Mire Veja: você dança pra mim?

_Tatiana Gentile

Desde 2009 convido as pessoas pra dançarem pra mim. Cada pessoa escolhe um lugar dela e um som dela ( pra ouvir num fone) e dançar pra dançar pra mim. Durante a pandemia convidei 10 pessoas pra dançarem pra mim: Odette, Elisa, Marina, Cesar, Dudude, Sofia, Pablo, Maria Alice, Talita e Lise. Exibidas aqui algumas dessas 10 danças. Agora a cidade é a casa. O encontro possível é por videochamada. Agora na versão pandemia covid 19, faço aqui um convite: uma dança pra você.
Tatiana Gentile transita entre as artes visuais, a dança e o cinema.  A relação do corpo em movimento e a imagem em movimento é algo permeia o seu trabalho.  Além disso, realiza exposições de artes visuais, residências, videodanças, assim como filmes e documentários.

_SuperRio Superficções 

_Guerreiro do Divino Amor

SuperRio é o segundo capítulo do projeto do projeto megalômano de Atlas Superficcional Mundial que investiga as disputas simbólicas e de poder que atravessam a sociedade tanto em escala local quanto global. Ele investiga como ficções religiosas, culturais, históricas e midiáticas interferem na construção do território e na maneira como seus habitantes se vêem, assim como os embates entre diferentes civilizações presentes em um mesmo território. O filme parte de um texto escrito em 2005, e foi retomado como roteiro para o filme dez anos depois, em meio à frenesia superficcional do Rio de Janeiro pré-olímpico. Até hoje foram desenvolvidos 6 capítulos do atlas em Bruxelas, Rio, São Paulo, Brasília, Minas Gerais e Suíça.

Guerreiro do Divino Amor investiga as Superficções históricas, religiosas, sociais e midiáticas que interferem na construção do território e do imaginário coletivo, formando um universo de ficção científica a partir de fragmentos de realidade. Sua pesquisa se materializa em filmes, publicações, objetos, instalações e conferências.

_a gravidez da que sempre existiu

_Jade Maria Zimbra

"a gravidez da que sempre existiu" é um filme realizado em processo de quarentena, cuja narrativa se destrama na investigação de palavras que se impõem na percepção y criação das subjetividades, adentrando o vazio das possibilidades de uma y inúmeras ancestralidades travestis, em fluxos de autocosmogênese.

Jade Maria Zimbra aqui está taróloga-feiticeira-poeta. A artista escava traços perdidos fora do tempo ocidental e investiga antídotos para os venenos espalhados pelo uníssono fragmentado mente-corpo-espríto, atravessando as linguagens que permeiam e guiam sua espiritualidade.

_Pretofagia

_Yhuri Cruz

Em Pretofagia, Yhuri ambiciona o mergulho, em si, nas outridades, num devir coletivizado. No ensaio cênico o “corpo subjetivo preto” se faz como “um corpo dentro do corpo”. Palco e plateia, corpo e voz, eu e outrx. (…) O teatro proposto em atos pensa o corpo negro inventado “como uma cena”, o que se caracteriza por atravessamentos entre dualidades e coletivizações. As personagens se tornam, se transformam, se recusam, se permitem. Andam em procissão, lutam em cabo de guerra, se exibem. As palavras proferidas em atos retornam, todas, ao corpo, reelaborando as recusas e performando o posicionamento frente ao precipício. A dualidade, nas cenas, ganha certo acento grave. E a singularidade dos gestos tanto se aproxima da catarse, quanto se hibridiza ao transe e à meditação.

Yhuri Cruz é artista visual e escritor. Seu trabalho consiste em promover a intersecção entre sua herança ética e estética familiar, anticolonialidades e esferas institucionais e transgressoras do campo artístico. Desenvolve sua prática a partir de criações textuais, visuais e proposições instalativas e performativas - que o artista nomeia de "cenas". Estas dialogam com sistemas de poder, crítica institucional, relações de opressão, encenações de cura, resgates subjetivos e violências sociais reprimidas ou não resolvidas.